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Cobertura Grito Rock Arapiraca (Sirva-se)

 

Por Victor de Almeida

Fotos por Vanessa Mota

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Depois de levar muita gente à Praça Marcílio Dias, em Maceió, a organização pegou a estrada e levou o Festival para o interior. Arapiraca fica a, aproximadamente, 128 km da capital e já revelou para o país a Mopho, uma das maiores bandas de rock de Alagoas, mas hoje sofre de uma grande carência: shows que movimentem a cena rock da cidade.

Com o apoio do Circuito Fora do Eixo, da Associação Brasileira de Festivais Independentes (Abrafin) e com a realização do coletivo local Popfuzz, o Grito Rock prometia movimentar a prévia carnavalesca da turma que não curte se jogar no frevo, no axé ou na swingueira.

A última vez que fui a Arapiraca foi para acompanhar o primeiro show do Wado, durante o lançamento de Atlântico Negro. A cidade está muito bem arrumada e deu gosto de ver a organização dos espaços para receber eventos culturais. Diferentemente do show do Wado, que foi realizado na Praça Ceci Cunha, o palco do Grito Rock foi montado no Largo da Perucaba, complexo montado próximo à Lagoa de mesmo nome.

O ambiente era muito bom. Boa vista, ótima localização, um pouco afastado da confusão dos blocos carnavalescos, tudo isso acrescido ao friozinho da noite do Agreste alagoano. A noite prometia. As atrações eram: Subproduto de Rock, Senhora Rita, Baztian, Cross The Breeze, Caldo de Piaba e Pumping Engines.

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Por volta das 19h, a local Subproduto de Rock subiu ao palco e alternou composições próprias com alguns covers de Capital Inicial, Paralamas do Sucesso e Cazuza. O som entrava um pouco na linha das bandas citadas e do rock nacional na década de 1980, mas não sei se faltava um pouco de segurança no grupo ou se o repertório autoral era curto, mas o número excessivo de músicas de outros artistas prejudicou um pouco a apresentação.

Durante o festival aqui em Maceió, a conterrânea da Subproduto, a Gato Negro, fez um show totalmente autoral, mostrando uma boa vertente do pop rock genuinamente alagoano, feito em Arapiraca. Talvez a banda precise amadurecer um pouco e decidir investir mais neles mesmos.

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Após a abertura, o trio Cross The Breeze assumiu a vez e surpreendeu geral. Tanto ao público, quanto ao coletivo organizador e a mim mesmo! Depois do último show meio morno que fizeram durante a etapa Maceió da Turnê Fora do Eixo, eles voltaram e fizeram um show vibrante no Largo da Perucaba.

Mais entrosados, os três usaram o ruído e o noise ao seu favor e colocaram boa parte do público de preto para cima, com um repertório inteiramente autoral. Coisa rara de se ver no cenário alagoano. O inusitado foi ver a galera se apertando e brigando pelas palhetas e baquetas dos músicos. Pois é, os meninos agora são rockstars na capital do Agreste.

 

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Cobertura Grito Rock Maceió (Sirva-se)

Por Daniel Hogrefe e José Luiz Rios

Fotos por Vanessa Mota

Grito Rock Maceió

O Grito Rock, festival que acontece em diversas cidades do Brasil e em outros países da América do Sul, ganhou esse ano sua primeira edição em solo alagoano, e pra começar, o evento organizado pelo coletivo Popfuzz, teve sua estreia na capital do estado, Maceió.

O esquema funciona da seguinte forma: o Circuito Fora do Eixo, junto com a Abrafin e outros colaboradores, contribui na realização do evento, e a produção fica a cargo do pessoal dos coletivos locais. Para uma primeira vez, o evento foi bem estruturado e trazia bandas de diversos estilos. Boa parte da lista das bandas locais eram agregadas ao coletivo organizador do show, mas o que de fato surpreendeu foram bandas desconhecidas que vinham de fora, e puderam mostrar o seu corre diante de uma galera já em clima de carnaval, na praça Marcílio Dias, localizada no bairro histórico do Jaraguá.

My Midi Valentine

 

A responsabilidade de abrir a noite ficou com a dupla arapiraquense My Midi Valentine. A mistura de bases eletrônicas que lembram aquela época em que você ficava o dia inteiro jogando super-nintendo e vocais melancólicos é bem feita. O som sai redondinho, às vezes soa meio esquisito, mas acredito que o objetivo seja esse. O eletrorock pegou os foliões que estavam nas concentrações dos blocos meio de surpresa e, já que nessa hora a maior parte do público era formado por este povo. A apresentação dos caras careceu um pouco de calor humano, não por culpa deles, que ainda tocaram umas canções mais românticas pra dançar agarradinho. Com todo mundo já esquentando as baterias, e escutando uns frevos dos blocos de carnaval que desfilariam nesse mesmo dia pelas ruas do bairro histórico, eis que sobem ao palco quatro rapazes bem vestidos e com seus instrumentos em punho – menos o batera né!?

Sex on the beach

Eles formam a Sex On The Beach, vindos lá da Paraíba, mas com alguns integrantes alagoanos, e com um surf rock instrumental nervoso pra tocar, sons muito bem executados, bons arranjos de rock’n’roll e bom humor em algumas versões de clássicos do rock, além, é claro, de covers do “king of surfing guitar” Dick Dale. Som interessante e que prende a atenção. O público ainda parecia meio tímido e foi aí que começaram a surgir as performances dançantes de alguns populares que se encontravam um pouco acima do nível de álcool. Eles dançavam livremente e desimpedidos de qualquer rigor técnico na criação de seus passos, muitas vezes cômicos, mas ainda assim dançados com muito vigor. Destaque pro tiozinho de bigodão, camisa azul e short vermelho bom de rebolado que se mexia na frente do palco exatamente no ritmo da música. Com a atenção geral voltada pra essas figuras, os roqueiros pés de chumbo puderam começar a dançar sem medo de virar motivo de chacota. Entre uma banda e outra, rolava uma interação legal de uma forma geral. Tinha gente de bandas de fora conversando de boa com o pessoal da cidade, banquinha de CDs, alguns informativos e outras tranqueiras. Também era possível acompanhar um bloco e sua orquestra de frevo, trocar uma ideia com algum conhecido, enfim, a praça estava movimentada, e podia-se perceber uma boa variedade de público, o que foi uma das melhores coisas do evento, fazendo com que o rock extrapole um pouco as barreiras disso que chamamos de cena, misturando um pouco as coisas.

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Conheça uma banda de Surf music formada por Não-Surfistas!

A Sex on the Beach

A Sex on the beach faz surf music em uma cidade sem litoral. Vindo da cidade de Campina Grande no interior da Paraíba, conhecida pelo forró do seu São João e pela sua Universidade. Bem, os caras podem até terem se conhecido no ambiente universitário, mas com relação ao forró, é preferível o rock, o blues, o doo wop, o ska e é claro a surf music. Confira abaixo a entrevista feita com o guitarrista da banda, Diogo Rocha. Bateu o terral agora é só entrar, cabeça.

RL – Como se deu a idéia de fazer surf music em uma cidade sem praia como Campina Grande?

DR – Bem, apesar de ter surgido em Campina Grande todos os integrantes da primeira formação vieram de cidades praieras, Maceió (AL) e Aracaju (SE), talvez tenhamos trazido um pouquinho desse feeling desta época, e estejamos sendo um pouco saudosistas.

Porém não acreditamos que o som se delimite à condições geográficas de qualquer lugar, o que importa é o que você está sentindo e quer transmitir naquele momento, não importa se você está no Carirí ou na Califórnia.

RL – Todos os integrantes já tocaram em outras bandas ou essa foi à primeira empreitada?

DR – Todos nós já tocávamos à bastante tempo em nossas cidades de origem, eu mesmo já devo ter tocado em mais de cinco bandas por Maceió, mas acredito que este seja o primeiro projeto de verdade em que nos entregamos.

RL – Fala pra gente. Quais são as principais influências da banda?

DR – Bom, falar disso é bastante difícil, temos influências diversas, cada um com seus gostos peculiarmente individuais. Temos obviamente influências marcantes de blues, jazz, hillbilly, dentre outras que são mais fáceis, de se identificar, mas não nos limitamos a um determinado estilo de música. Podemos citar algumas bandas consagradas dentro do surf music como Dick Dale, The Ventures, Surf Coasters, Langhorns, Bambi Molesters, Los Straitjackets, etc, que contribuíram bastante para nossa identidade, nosso jeito de tocar.

 RL – A banda faz parte do Natora Coletivo, que é o ponto Fora-do-eixo em Campina Grande. O que isso vem ajudando a cena local?

DR – Com o surgimento do coletivo, juntamente à sua integração no CFE, a cidade vem tendo um boom de gente nova, demonstrando interesse em  produzir material de qualidade e expandir os horizontes, seja em bandas ou produção audiovisual, etc. Conseguimos aumentar significativamente a circulação de bandas na cidade, fazendo um link direto com a cidade de João Pessoa e as outras capitais do nordeste, fazendo com que as pessoas vejam que o cenário independente está funcionando, e devagar estamos conseguindo fomentar a cena local, formando um público consistente, uma massa crítica. Gerando uma forte visibilidade para todo o país.

Talvez ainda seja um pouco cedo para tirar conclusões sobre a situação local, mas podemos dizer que com certeza em muito pouco tempo todo esse investimento que está sendo feito trará ótimos resultados pra cidade.

 RL – Vocês trabalham intensivamente no Coletivo? O que acham da teoria do “artista igual a pedreiro”, onde a banda é responsável por todo o processo da produção a apresentação?

DR – Sim, eu e Marlo, por exemplo, fazemos parte do que podemos chamar de núcleo durável do coletivo, onde nos dedicamos à maior parte de nosso tempo possível para práticas relacionadas ao mesmo.

Quanto a nossa opinião sobre “artista igual a pedreiro”, bem, essa era nossa interpretação de como uma banda deveria se portar desde antes de conhecermos tal “termo”. Se você quer montar uma banda hoje em dia, e quer obter algum respaldo até mesmo na sua própria cidade você tem que batalhar, correr atrás das coisas, dentro da banda nós desenvolvemos todos os materiais de divulgação, organizamos nossos shows, estamos montando palco, alugando som, fazendo os cartazes, distribuindo flyers, e quanto não estamos tocando, estamos sempre dispostos a ajudar aqueles com quem estamos dividindo palco, ou estamos na portaria, vendendo CD’s na banquinha, registrando os shows etc.

 RL – Em Belo Horizonte (MG), curiosamente, acontece o maior festival de surf music do Brasil, o Primeiro Campeonato Mineiro de Surf. Já entraram em contato com eles para participar do festival?

DR – Bom, com certeza tocar no 1º Campeonato de Surf Mineiro de Surf é um sonho que nós temos enquanto uma banda de surf music brasileira, até agora não entramos em contato com o pessoal do festival diretamente para isto, apesar de já termos conversado com o Claudão da “A Obra”, Leopoldo da Reverb Brasil, (ambos organizadores do evento) e trocado material, mas acreditamos que tocar no Campeonato será algo que alcançaremos através do reconhecimento de nosso trabalho, e quem sabe esse ano não damos um pulo por lá!

 RL – Quais bandas brasileiras independentes do estilo que vocês dariam destaque?

DR – Bom, podemos citar diversas bandas, onde no cenário independente tem crescido bastante, e não tenho medo de dizer que as melhores bandas que nós temos atualmente em nosso país fazem parte desta cena.

Pelo trabalho apresentado nos últimos anos podemos citar a Burro Morto, Macaco Bong, Plástico Lunar, The Baggios, fica difícil definir entre poucas as bandas “mais mais” desse país, falo destas por ter tido a possibilidade de dividir palco com os mesmos e ver o quanto eles botam pra fuder ao vivo.

 RL – Vocês lançaram o primeiro EP em 2009. Como está sendo a circulação do disco?

DR – Está sendo ótima, conseguimos contatos em todo o país através desse material, estamos tendo uma boa quantidade de acessos em outros países principalmente nos Estados Unidos e na Europa, além de já termos recebido convites para tocar em diversas cidades com menos de um ano de banda. Está repercutindo de uma maneira muito boa. 

 RL – Sendo uma banda instrumental, como se dá o processo de dar título às músicas? Existe algum conceito?

DR – Bom esse lance de dar nome às musicas é uma coisa ótima. Podemos colocar praticamente o que quisermos que não fica estranho. Mas tivemos algumas preocupações, por exemplo, nesse nosso primeiro EP, como estávamos praticamente apresentando a banda, dando a receita do que seria o nosso som, resolvemos fazer uma analogia direta aos ingredientes do drink que dá o nome à banda, Vodka, Suco de Laranja, Licor de Pêssego, todos estes estão contidos na bebida.

 RL – O que o público de Maceió pode esperar do show de vocês no Grito Rock?

DR – Bom, não só o público de Maceió, como qualquer pessoa que for nos ver tocar pode esperar um som animado, verdadeiro, tocado com sentimento, e uma puta energia no palco, transmitida diretamente para toda a platéia.

 RL – Pra fechar, alguém da banda surfa?

DR – Nem a pau!

CONHEÇA A PUMPING ENGINES

 

Banda formada por integrantes de Mossoró toca no Grito Rock Alagoas!

 

Eles vem direto de Mossoró, interior do Rio Grande do Norte e com apenas quatro meses de banda e três shows realizados em terras potiguares o Pumping Engines foi um dos selecionados para tocar no Grito Rock Alagoas, que rola dia 05 em Maceió, na Praça Marcílio Dias e dias 06 em Arapiraca, no Lago da Perucana. A entrevista por email se deu com o baixista e vocalista da banda, Kallyl Lamarck, que já tocou na banda Brand New Hate, e diz que vem para beber e berrar! Confira a entrevista:

 

 RL – Primeiramente queria que você esclarecesse uma dúvida de alguns de nós do coletivo. O nome Pumping Engines é devido à frase: “Fuel is pumping engines” da música Fuel do Metallica?

 KL: Certamente meu caro!

 RL – Você tocava no Brand New Hate. A saída da banda se deu para montar o Pumping Engines? Como surgiu a banda?

 KL: Saí por querer tocar algo mais pesado, não era o Pumping Engines ainda… Toquei em outras bandas, mas só deu certo quando Amilton (guitarra do Brand New Hate que toca comigo desde 2005) se juntou novamente a mim e nós formamos o Pumping Engines.

 RL – Metade da banda é da cidade de Mossoró. De primeira, lembro de bandas como o Catarro e o Mahatma Gangue. Na cidade existe separação de hardcore e metal ou vocês se dão bem com o pessoal do HC?

 KL: Metade nada… a banda toda é mossoroense, mas a galera se encontrou em Natal! Cara, separação há como em toda cena. Metaleiro é meio cabeça dura, só escuta metal e acabou-se. Em Mossoró reina o metal ainda, mas temos bandas excelentes de hardcore e cross-over como Catarro, Lei do Cão, Mahatma Gangue, que fazem turnê freqüentemente pelo Brasil inteiro…

 

RL – O Estado do Rio Grande do Norte tem certa tradição com o metal. Rola resistência dos headbangers com o som de vocês, por ele não ser heavy/thrash/death metal tradicional?

KL: Com o Pumping Engines não tivemos rejeição, mas por ter tocado pouco ainda, mas não ficarei surpreso caso haja essa rejeição da galera de preto.

RL – Como anda a freqüência de shows do grupo no Rio Grande do Norte? Já tocaram em outros Estados?

KL: A banda ganhou vida em outubro de 2009, tocamos apenas três vezes. Nunca tocamos em outro estado!

RL – Vocês lançaram o EP Ignition ainda em 2009. Já têm planos para um cd completo?

KL: Planos, temos bilhões. Conseguimos o apoio da Xubba Musik que irá lançar nosso próximo EP (RAM), deve sair antes de junho, e quem sabe se for bem aceito e agente tiver música suficiente (e grana!), poderíamos lançar um CD sim.

RL – Quais bandas atuais, independentes brasileiras, de estilo mais pesado vocês destacariam?

KL: Mechanics (GO), MQN (GO), AMP (PE), Facada (CE), Lei do Cão (RN), além de muitas outras…

RL – Trabalham com algum coletivo em Mossoró ou Natal? O que acha desse sistema para promover a música independente?

KL: Cara, meu coletivo em Mossoró é o meu broder Philippe “Leitão”, desde que cheguei lá agente se juntou e faz shows na raça mesmo, se fode, mas tem dado certo! Acho que finalmente a coisa ta funcionando como deveria, tem que haver interação entre coletivos, promover bandas, promover shows e diversidade cultural, mostrar bandas novas e cultura nova. Sem essa onda de coletivos, jamais chegaria!

RL – Quais as expectativas para os shows do Grito rock de Maceió e de Arapiraca? 

KL: Broder, espero que todo tempo que a gente vem investindo na banda sirva pra alguma coisa, não conhecemos muito de Maceió e Arapiraca, na verdade, conhecemos pouco das cenas do Nordeste. Mas tomara que a cerveja daí seja tão gelada quanto à daqui!

RL – Pra finalizar: Pantera ou Sepultura?

KL: Mastodon!

Grito Rock Pernambuco recebe três bandas do Coletivo Popfuzz

Grupos se apresentam em Recife e Jaboatão dos Guararapes

 

Três bandas alagoanas vão participar do Grito Rock Recife e Jaboatão dos Guararapes, representando o catálogo do Coletivo Popfuzz!  As maceioenses Baztian, Coisa Linda Sound System e a arapiraquense My Midi Valentine se apresentam na edição pernambucana que esse ano promete ser a maior que a do ano passado.

 Os grupos Baztian e My Midi Valentine fazem show na Estação Cultural Senador José Emirio de Moraes, no bairro de Piedade em Jaboatão dos Guararapes, no dia 4 de fevereiro (quinta-feira). Já o ensolarado Coisa Linda Sound System, se apresenta no dia 06 de fevereiro (sábado) no Espaço Cultural Santo Amaro, no bairro de Santo Amaro.

 Para Caíque Guimarães, guitarrista e vocalista da Baztian, o melhor é poder conquistar público novo. “Pernambuco é um lugar onde a música é bem difundida, mesmo que alguém não vá ao show, vai ficar sabendo por outro pessoal que compareceu”. A Baztian realiza seu primeiro show fora de Alagoas e o terceiro na história da banda.

 

No caso da arapiraquense My midi Valentine, o duo ficou responsável pelos intervalos dos shows, tocando no segundo palco. “Tocar nos intervalos vai ser legal porque vamos participar do show em todos os momentos. Eu acredito também que o recomeçar do show traz aquele gás novo e retoma a atenção do público”, comenta Marcos Cajueiro, vocalista e multi-instrumentista do duo.

 SOBRE O TOQUE NO BRASIL

O convite para tocar no festival realizado em 70 cidades espalhadas pelo Brasil e em quatro cidades da América Latina, se deu através do site Toque no Brasil. Onde a banda se cadastrava nas cidades que tinha interesse em tocar e esperava as decisões dos organizadores. O site funciona como uma rede de contatos onde bandas do Brasil inteiro podem articular melhor seus shows. “Acho que o Toque no Brasil é um formato interessante e ainda muito novo. O Grito Rock 2010 é o primeiro evento cuja seleção dos artistas passa por aí, espero que outros festivais também usem este recurso e que a ferramenta se construa de forma colaborativa, como é a proposta do site”, afirma Marcelo Cabral, vocalista e baixista do Coisa Linda Sound System.

As três bandas além de tocar em Recife se apresentam também nas edições realizadas em Alagoas. As bandas Coisa Linda Sound System e My Midi Valentine se apresentam no Grito Rock Maceió, que acontece no dia 5 de fevereiro, na Praça Macilio Diaz no bairro de Jaraguá, a partir das 17h. Enquanto a Baztian toca no Grito Rock Arapiraca, que ocorre no dia 6 de fevereiro, na Praça Ceci Cunha, no centro.

 

Para mais informações acesse o: www.popfuzz.com.br e o twitter.com/brunojaborandy . 

Festival Grito Rock ganha edição alagoana

Promovido pelo coletivo popfuzz, evento terá 11 shows em Arapiraca e Maceió nas prévias do carnaval


 

 

Em 2010, Alagoas vai entrar de vez na rota do rock nacional. Em parceria o com o circuito Fora do Eixo, o coletivo Popfuzz apresenta o primeiro Grito Rock Alagoas, evento que vai colocar 11 bandas para tocar nas prévias carnavalescas. Com edições simultâneas em 70 cidades do Brasil, o festival terá sua primeira edição alagoana em dose dupla, com shows em Arapiraca e Maceió, nos dias 05 e 06 de fevereiro.

O Festival Grito Rock é uma realização da Associação Brasileira de Festivais Independentes (ABRAFIN), em parceria com o Circuito Fora do Eixo, Casas Associadas e Brasil Música & Artes. Expandindo seu raio de alcance, o evento se torna o mais abrangente festival integrado da América Latina. Além de diversas cidades brasileiras, Buenos Aires e Córdoba (Argentina), Montevidéo (Uruguai) e Santa Cruz de La Sierra (Bolívia) estão no roteiro.

Como parte do projeto de interiorização das ações do coletivo Popfuzz, Arapiraca sediará quatro shows do projeto no sábado (06). Entre as atrações – que se inscreveram na rede de contatos nacional Toque no Brasil – estão as bandas Sra. Rita e Subproduto de Rock, representando a cena arapiraquense, e Baztian e Cross the Breeze, oriundas da capital.   

DENTRO DO JARAGUÁ FOLIA

Em Maceió o Grito Rock foi integrado ao Jaraguá Folia, “coração” das prévias carnavalescas na cidade.  O local escolhido para o show foi a Praça Marcílio Dias, onde será montada a estrutura de palco na sexta-feira, dia 05 de fevereiro. As atrações serão as bandas Caldo de Piaba (de Rio Branco, AC), Pumping Engines (de Natal, RN), Sex on the Beach (de Campina Grande-PB), as maceionses Dad Fucked and The Mad Skunks e Coisa Linda Soundsystem, e as arapiraquenses My Midi Valentine e Gato Negro.

O Grito Rock 2010 consolida a parceria entre o coletivo Popfuzz e o circuito Fora do Eixo, que vem promovendo a interação com os diversos estilos musicais, agentes culturais, e integrantes da cadeia produtiva da música e do audiovisual em Alagoas.

Para ter acesso a detalhes sobre a programação e as atrações, acesse o site www.popfuzz.com.br. Os shows serão transmitidos ao vivo pelo Mais Retorno, podcast voltado para a música independente.

SOBRE O FORA DO EIXO

 O Circuito Fora do Eixo é uma rede de trabalhos concebida por produtores culturais das regiões centro-oeste, norte e sul no final de 2005. Começou com uma parceria entre produtores das cidades de Cuiabá (MT), Rio Branco (AC), Uberlândia (MG) e Londrina (PR), que queriam estimular a circulação de bandas, o intercâmbio de tecnologia de produção e o escoamento de produtos nesta rota desde então batizada de Circuito Fora do Eixo. 

 

A rede cresceu e as relações de mercado se tornaram ainda mais favoráveis às pequenas iniciativas do setor da música, já que os novos desafios da indústria fonográfica em função da facilidade de acesso à qualquer informação criou solo ainda mais fértil para os pequenos empreendimentos, especialmente àqueles com características mais cooperativas.

 

Iniciativas como o Cubo card, de Cuiabá, ou os festivais que se proliferavam em toda a rede mostraram ser possível produzir em escala auto-sustentável, pautando-se sobretudo no contato direto com produtores de outros estados, através de uma rede de informações e sob uma lógica da união de pequenos em prol de grandes ações.

 

Daí iniciativas como o Grito Rock América do Sul, que já vem demonstrando avanço nas relações com a América Latina (Em 2010, das 74 cidades participantes, 4 são de cidades provenientes da Argentina, Bolívia e Uruguai) e também o Festival Fora do Eixo, que em 2010 será mais uma vez capitaneado em São Paulo, o maior centro logístico do país.

 

SERVIÇO

O quê: Festival Grito Rock Alagoas

Onde e quando: No dia 05 de fevereiro em Maceió, na praça Marcílio Dias, às 17h, e no dia 06 de fevereiro em Arapiraca, no Lago da Perucaba, às 18h

Entrada franca

Informações: (82) 9925 9684 e www.popfuzz.com.br

Assessoria de imprensa:

Bruno Jaborandy

ncmpopfuzz@gmail.com

9973 8036

8877 6981

Chamada para o Festival Grito Rock Alagoas!

 




Coletivo Popfuzz – Chamada para o Festival Grito Rock Alagoas!
 
- Kit inscrição -

O coletivo Popfuzz orgulhosamente convida músicos e bandas autorais de Alagoas a participar do Festival Grito Rock 2010 à realizar-se nas cidades de Maceió e Arapiraca.

#Sobre o Festival:

O Grito Rock é o maior festival em rede da América Latina, promovido de 05 a 21 de fevereiro, período marcado pelas festividades do carnaval. Projeto associado às ações do Circuito Fora do Eixo, rede de trabalhos que reúne dezenas de coletivos de cultura em todo o país. Em 2010 acontecerá em 74 cidades brasileiras. Em Alagoas quem realizará o evento é o Coletivo Popfuzz, onde O GR 2010 acontecerá junto as prévias de carnaval em Maceió – 05 de Fevereiro e em Arapiraca – 06 de Fevereiro.

#Como se inscrever:

As bandas interessadas em participar devem estar inscritas no Portal Toque no Brasil www.toquenobrasil.com.br. As Inscrições vão de 05 a 15 de Janeiro e a divulgação das bandas escolhidas dia 20. As duas cidades alagoanas contarão com a presença de 06 bandas autorais, sendo 04 locais e 02 de circulação nacional. Ambos realizados em praça pública e aberto ao público.

#Mais sobre o Toque no Brasil:




Assista ao VT:


#Mais informações:


Caíque Guimarães
kiqguimaraes@gmail.com
(82) 9925-9684

Nina Magalhães
kareninabgm@gmail.com
(82) 9613-5224

Tales Maia
azuado@gmail.com
(82) 8855-0019


 

Toque No Brasil recebe cerca de 500 inscrições em seu primeiro dia

 

O período de inscrições para o Grito Rock 2010 se estenderá até o dia 15 de janeiro. 






O Toque no Brasil registrou nesta terça, dia 05, mais de quinhentas inscrições de artistas e grupos musicais de todo o Brasil, dos mais diversos segmentos musicais, com vistas a garantir as vagas ofertadas pelo Grito Rock 2010 nas mais de setenta cidades integradas a rede do festival.

A data de inauguração foi marcada por uma verdadeira corrida tanto por parte dos artistas, quanto da equipe do TNB, já que o grande número de acessos gerou alguns problemas técnicos no sistema, movimentando, assim, e muito a equipe operacional do projeto e também uma vasta rede de colaboradores dispostos a contribuir com o sucesso da iniciativa. Durante todo o dia, mais de duzentos e-mails com dúvidas e sugestões dos usuários foram atendidos, e mais de cinquentas atendimentos onlines via chat ou skype foram realizados.

O TNB mobilizou também agentes de outros veículos, a exemplo, o Portal Dosol – veículo potiguar que compõe o mix de atividades do coletivo do mesmo nome – que lançou na tarde desta terça uma espécie de tutorial de como se inscrever no TNB. Além dele, o kit de divulgação lançado também na tarde de hoje, foi elaborado 'a várias mãos', entre elas, as de membros dos coletivos Retomada (MG), Araribóia Rock (RJ), Goma Cultural (MG), Pegada (MG), Espaço Cubo (MT) e Interior Alternativo (RO).

Para Pablo Capilé, do Circuito Fora do Eixo – uma das realizadoras do projeto – as iniciativas refletem o princípio da colaboração, que é uma metas almejadas pelo TNB. "É incrivel como o conceito colaborativo está impregnado no mercado da música independente em nosso país. Todos contruíram com sugestões, força de trabalho e os artistas que demandaram instruções, o fizeram da forma mais cooperativa possível. Estamos muito satisfeitos com os resultados deste primeiro dia e com projeções excelentes em relação às inscrições para o Grito".

Conforme Capilé, a expectativa é que até o dia 15 – data final de inscrição para o Grito Rock 2010 – cerca de mil inscrições tenham sido efetivadas por artistas em todo o país.

Realizadores - O TNB é um projeto realizado a partir de uma parceria entre ABRAFIN (Associação Brasileira de Festivais Independentes), BM&A (Brasil Música & Artes – entidade conveniada à APEX), Circuito Fora do Eixo e Casas Associadas. Mais informações sobre os realizadores podem ser encontradas nos respectivos sites: www.abrafin.orgwww.bma.org.brforadoeixo.org.br ecasas-associadas.blogspot.com.


# MAIS sobre o TNB

ø Toque no Brasil – Rádio FAQ

ø Conheça as regras de participação no TNB

ø Kit de divulgação


ø Assista ao VT




Mais informações



www.toquenobrasil.com.br

@toquenobrasil

Atendimento On Line: Msn/gtalk - toquenobrasil@gmail.com / Skype – toquenobrasil

Toque no Brasil inaugurará uma nova fase de circulação no país

 


música independente
Toque no Brasil inaugurará uma nova fase de circulação no país

A ferramenta possibilitará que rotas, circuitos e contatos sejam mapeados. A inauguração do projeto será realizada nesta terça, dia 05, quando a rede social entra no ar com mais de 500 vagas para o Grito Rock 2010

Imagine uma banda e/ou artista realizando uma turnê de vinte e dois dias, saindo de Fortaleza (CE) e chegando ao Rio Branco (AC) com dois days off apenas (dias livres, em português) e com um custo razoável. Imagine também essa mesma banda ou artista operando essa produção com o auxílio de um 'guia' da música independente, acessível a partir de um endereço online, onde o sujeito tem a chance, após a turnê, de tecer comentários sobre as rotas, sobre o atendimento dos locais, sobre o som, ou quaisquer outras informações que julgue pertinente compartilhar, construindo assim um grande banco de dados coletivo, capaz de promover trocas de impressões, experiência e garantindo mais facilidades para a realização de próximas turnês.


Pois bem, a compilação dessas duas imagens é a proposta de trabalho que o projeto Toque no Brasil inaugura com o seu lançamento, a ser realizado nesta terça-feira, dia 05 de janeiro, no endereço virtual www.toquenobrasil.com.br. O projeto é uma iniciativa pioneira no Brasil e tem como meta propor um novo conceito de agendamento de shows, circulação de artistas e turnês baseados em uma plataforma 100% virtual em sua negociação, que garantirá o mapeamento e acesso de artistas a circuitos e rotas brasileiras, construídas a partir da colaboração e contato direto dos usuários do sistema.

Fabrício Nobre, presidente da Abrafin (Associação Brasileira de Festivais Independentes), uma das entidades realizadoras da ação (ver relação completa abaixo), cita o SonicBids.com – site americado que conta hoje com milhares de cadastrados – para explicar as vantagens que a ferramenta brasileira promoverá no mercado da música independente nacional. "O SonicBids auxilia a negociação de mais de 60 mil shows ao ano. A idéia que é o TNB facilite do mesmo modo esse relação entre bandas, festivais, casas, coletivos e outros agentes interessados em se apresentar no Brasil". diz. "Lembrando que a ferramenta é apenas uma plataforma virtual de negociação, e que os esforços, tanto de investimento para a circulação e outros, deverão ser feitos pelos agentes envolvidos na transação e não pelo TNB", sublinha ele.

A Abrafin conta hoje com mais de 40 festivais associados, e conforme antecipa o presidente, vários deles disponibilizarão vagas via Toque No Brasil, onde também constará quais serão as condições de trabalho ofertadas, tais como cachês, receptivo e outros, que serão oferecidas aos artistas.

Além dos festivais, rede de casas de shows brasileiras chancelada pela Casas Associadas - outra entidade realizadora da ação – também já anunciou todo o empenho na garantia dos mais variados espaços, assim como o BMA (Brasil Musica e Arte) e o Circuito Fora do Eixo (ambas também entidade realizadoras), que contam, respectivamente, com contatos internacionais e com mais de quarenta coletivos espalhados nas mais diversas regiões brasileiras. "Com essa quantidade de espacos ofertados, será possível circular inúmeras rotas, de ponto a ponta do Brasil, durante todo o ano. Essa constância é uma das principais moedas da rede social, que facilitará o planejamento dessas açõoes como nunca vista antes no Brasil", analisa Talles Lopes, da Casas Associadas.

Para Pablo Capilé, do Circuito Fora do Eixo, essa é um uma ação de continuidade, de um planejamento que vem sendo realizado por todas esas entidades. "Com todos elementos já é possivel analisar a força que uma ferramenta dessas traz ao circuito da música independente nacional, deixando claro, obviamente, que não basta só se cadastrar, é preciso empreender", finaliza ele.

Rede Social – A lógica de rede social já é notória em virtude de exemplos como MySpace, Orkut, Twitter, Facebook, ou sites com foco específico em alguma atividade, como no caso do site de empregos Catho. A diferença entre esses citados e o TNB, no entanto, além do enfoque, é que no Toque no Brasil qualquer festival, casa de show, e/ou outros projetos de circulação poderão se associar, tornando-se, assim, um ponto de circulação no mapa geográfico virtual da rede. No caso do artista, esse poderá fazer as vezes de vendedor de shows e/ou mesmo de um avaliador dos espaços, produções e/ou outros pontos ali cadastrados.

Vale também destacar, que no TNB a negociação de shows é o vínculo entre seus usuários – seja contrante ou contratado – e em um futuro breve, essa negociação sempre poderá ser avaliada em um sistema de meritocracia – fácil de entender para aqueles que já utilizaram serviços como eBay ou Mercado Livre – onde a operação de compra e venda é avaliada por ambas as partes envolvidas no negócio. No caso do Toque No Brasil, contratados e contratantes serão incentivados a qualificar a produção de shows propiciada pela rede social. Alêm disso, o sistema garantirá acesso a contatos para bandas e artistas em geral.

Grito Rock 2010 - As primeiras vagas disponibilizadas pelo Toque no Brasil são promocionais e valem para o Grito Rock América do Sul 2010, que acontece em mais 70 de cidades das cinco regiões do Brasil, além de 4 cidades na Argentina, na Bolívia e no Uruguai: Buenos Aires, Córdoba, Montevidéo e Santa Cruz de La Sierra. Inscrições vão de 5 a 15 de janeiro, são gratuitas e podem ser feitas no www.toquenobrasil.com.br . Vale destacar que só no Grito Rock, serão disponibilizadas mais de 500 vagas para bandas interessadas em circular a rede de festivais.  


Versão 1.0 Beta - Esta primeira versão do projeto – lançado neste primeiro momento no idioma Português – traz um formulário de cadastro para que artistas efetivem suas inscrições para o Grito Rock 2010, bem como um sistema de cadastramento de eventos, festivais, casas de shows e outros pontos de circulação inscritos. Neste primeiro momento, o projeto enfocará o sistema de georeferenciamento, que primará por iniciar a construção da base de dados proposta pelo TNB. O sistema está sendo desenvolvido em parceria com a ferramenta portuguesa Mapa de Sala, projeto também colaborativo que tem como meta mapear salas de espectáculos em Portugal e Brasil. Em maio, uma nova versão do projeto será lançada, em formato trilingue.

Realizadores – O TNB é um projeto realizado a partir de uma parceria entre ABRAFIN (Associação Brasileira de Festivais Independentes), BM&A (Brasil Música & Artes – entidade conveniada à APEX), Circuito Fora do Eixo e Casas Associadas. Mais informações sobre os realizadores podem ser encontradas nos respectivos sites: www.abrafin.org; www.bma.org.br; foradoeixo.org.br e casas-associadas.blogspot.com.

Sérgio Ugeda, da BMA, destaca, no entanto, que o atual conselho gestor formado pelas referidas entidades está aberto para a entrada de outras entidades interessadas participar do projeto. Para isso é necessário que as propostas sejam enviadas ao e-mail toquenobrasil@gmail.com.

Modelo de sustentabilidade - Dez entre dez artistas e produtores que atuam no setor da música independente brasileira afirmam que uma das principais ferramentas de sustentabilidade do músico ou banda do mercado da música atual é o show.

Tomando como parâmetro o grande mercado da música, conforme matéria publicada em março de 2009 no site the View, mesmo com o mundo vivendo um período de crise econômica, o mercado de shows musicais apresentou um crescimento de 10% em 2008, movimentando cerca de US$ 25 bilhões (entre venda de ingressos, publicidade e direitos de imagem) durante o ano.

No Brasil, especialmente se tratando do setor da música independente, a curva ascendente referente ao surgimento de novos festivais é um atestando de como o mercado de venda de shows vem se ampliando. Para se ter uma idéia, dados da Associação Brasileira de Festivais Independentes revelam que mais de novecentas bandas se apresentaram nos festivais da associação no ano de 2008; e que de 25 festivais associados em 2008, a organização saltou para 40 ao final de 2009.

Com o desenvolvimento da cadeia produtiva do setor, a tendência é que esse mercado se amplie cada vez mais, consolidando a posição do TNB enquanto uma excelente ferramenta de prestação de serviços público com o foco no atendimento de produtores, artistas ae outros empreendedores atuantes no setor da música brasileira.