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PopfuzzNaCozinha #6: Litoral norte party people

por Kayê Holanda

Coletivo Popfuzz

“Eh noixx Jacarecica!” Gritou a Popfuzz. E Jacarecica ouviu. Na verdade, gritaram mais ou menos 200 pessoas na “cozinha” da nova sede do Coletivo. Era gente de vários tipos, estilos, cidades e backgrounds diferentes espalhados por toda a extensão da nova casa, agora bem maior.

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Aqui do Lado #2


por Luiz Roberto Barros Farias

Quién me robó el calzoncillo para hacer un paño de cocina?

Depois do texto de introdução da coluna, vou começar pra valer a falar de bandas independentes da América Latina. Vou partir da que citei na introdução: El Mató a un Policía Motorizado. Como eles já são relativamente bem conhecidos (relativamente ao quê? não sei) para os padrões indies (o que são padrões indies? não sei), vou focar mais nos projetos paralelos dos seus integrantes, que são relativamente desconhecidos (relativamente ao quê? ao El Mató) até para os padrões indies (continuo não sabendo o que eu quero dizer com isso). Leia Mais

Petrobrás e Coletivo Popfuzz apresentam Móveis Coloniais de Acaju (DF)

Já podem começar a comemorar, público alagoano, porque no dia 1º de dezembro desembarca em Maceió uma das bandas mais queridas do independente nacional: Móveis Coloniais de Acaju (DF). A abertura do show fica a cargo dos potiguares da Camarones Orquestra Guitarristica e dos alagoanos da Dad Fucked And The Mad Skunks. O evento é organizado pelo Coletivo Popfuzz e acontece no Órakulo Chopperia, no bairro do Jaraguá. Mais!

POPFUZZ NA COZINHA#2: “CARREGA QUE É ENCOSTO” AKA “A VOLTA DOS QUE AINDA NÃO FORAM””.

Habemos festa (novamente)!

Preocupado com teu nível de “party hard” o Coletivo Popfuzz traz a Maceió mais um formato de evento inédito, descontraído, e porque não dizer chinfroso, para que suas noites de sábado não sejam mais um tédio: Popfuzz na Cozinha. O evento ocorrerá de forma mensal na sede do coletivo, lá no bairro do txosa (Feitosa, minha gente), e colocará na pista o melhor da música e discotecagem local, mostrando que “melhor lugar no mundo não há do que o nosso lar”.

Na cozinha? COMASSIM?

Exatamente colega, o evento acontece uma vez por mês na sede do Coletivo Popfuzz e a pista é na cozinha, simplesmente o lugar mais quente e saboroso de qualquer residência. Aberto para todos, o principal mote da festa é a diversão. Sem limites. Por que quem tem limite é município e juízo é daquela coisa de justiça.

Essa é a segunda edição do evento que se mostrou um grande sucesso em seu debut ocorrido no mês passado e que contou em seu line up com discotecagem do Herbie (OutQuitéria), da Saltos Ornamentais (PE) e da própria Popfuzz (http://migreme.net/1dyy). Para conferir a jogação: http://www.flickr.com/photos/57051488@N06/sets/72157627510351358/

Enquanto isso na sala da justiça:

A pista é na cozinha, mas enquanto rola toda a vibe naquele cômodo, na sala da sede vai ter o um bazar com a Banquinha Popfuzz vendendo seus produtos: aqueles cdzinhos ixpertos, revistas e camisetas descoladas. Alem do bazar acontecerá um live de artes visuais com a convidada da vez, Hew Barreto,  expondo suas artes.

La Pista:

Nessa segunda edição na pista colocando para cozinhar vossas senhorias, teremos as discotecagens sensacionais do Gilbef (OutQuitéria), Haule (Dad Fucked And The Mad Skunks), e Dj Orange Mix. Duvido alguém ficar parado por um minuto sequer.

La Banda:

Além das discotecagens contaremos com os pockets show da banda Black Jeans My Dear, Folk classe A composto e feito pelo excelente crooner Bruno Jaborandy, declamando sobre cordas suas experiências sobre a vida contemporânea. Biscoito finos de lamber os dedos.

A galere (vulgo énóiznafiesta):

É, meu/minha amiguë, a festa é livre e aberta então convide todo mundo: o pai, a mãe, a(o) paquerinha da escola, aquela secretária linda do escritório, o jardineiro da casa da tia, o cachorro do vizinho, o passarinho da prima. Pode se chegar que o roque tá liberado pra todos. Traga seu petisquinho, sua instigação, sua chinfra e sua galere pra curtir um som bacana!

E comofas pra chegar lá?

Beasho, é muito fácil, tem um “link-GPS” pra guiar geral a chegar no local fácil fácil, se liga: http://maps.google.com/maps?q=coletivo+popfuzz&oe=utf-8&rls=org.mozilla:pt-BR:official&client=firefox-a&um=1&ie=UTF-8&sa=N&hl=en&tab=wl . A sede da Popfuzz fica na Rua Eloi Gomes, 93, no Feitosa, seguindo pela principal do bairro tu entra na rua que fica ao lado da Igreja Universal.

Fiestaénoize!!

Popfuzz na Cozinha#2:, “A VOLTA DOS QUE AINDA NÃO FORAM AKA CARREGA QUE É ENCOSTO”

19:00 – discotecaPopfuzz

20:00 – Black Jeans My Dear.

21:30 – Haule (Dad Fucked and The Mad Skunk).

22:30 – Dj Orange Mix

23:30 – Gilbef (Out Quitéria).

Quando? 17/09/2011 às 19hs (de verdade!)

Entrada: digratis

Cerveja: R$2,00

Tragam seus petiscos e contribua nas Comidas da Cozinha

Cobertura Popfuzz Festival Maionese 2011 (parte 3)


Por: Rodolfo Lima

Coletivo Popfuzz

Sábado, dia 14, segundo dia de Maionese:

Foto de João Schwartz

Acordo às nove horas, ligo para o Lueba e pergunto: “E ai, 11h é pra deixar o Jair e a banda no aeroporto, né?”. Lueba – “Não, 13h! A gente se encontra no hotel, o vôo é mais tarde”. Notícia maravilhosa, eu poderia dormir mais umas horinhas, mas, quem disse? Não consigo, acordo e vou para o computador ver as pendências. Sei que o dia vai ser cheio de vai e vem de carro.

 

Descanso um pouco, como alguma coisa e vou em direção ao hotel. Chegando lá encontro Lueba e Caíque. Precisaríamos de três carros devido aos instrumentos e a quantidade de pessoas na banda, não queríamos arriscar cinco pessoas até o aeroporto dessa vez.

 

Instrumentos todos no carro do Caíque, ainda bem! Seguimos até o aeroporto, no caminho todo posso ir conversando com o batera Mark e o guitarrista Guedes, do Jair Naves, os caras falam muito bem da estadia, do show e da recepção, o que me deixa muito feliz e é uma daquelas coisas que mostram que você ta fazendo ou pelo menos se esforçando pra fazer as coisas da maneira certa. Chegando ao aeroporto, presenteio o baterista, Mark, com uma camisa minha antiga do mais belo time das Alagoas: o Centro Sportivo Alagoano. Havíamos conversado bastante com a banda sobre futebol no dia anterior, o presente é recebido com muito gosto e o cara tira a camisa que estava e veste logo a do CSA! Pura alegria!

 

Despedidas feitas, é hora de passar na sede e conferir as correrias. Chegando lá, mal tenho tempo para sentar e a primeira banda de fora chega para recepção, os potiguares da Monster Coyote. Rapazes animados e gente boa que são já perguntam onde vende cerveja, o que gentilmente informamos (haha). Só que eu não podia ficar, era hora de trabalhar e ir direto para o Armazém Uzina. Estava eu informado que o Caique tinha ido pegar os “bons rapazes” do Merda, que a sergipana Renegades of Punk iria de táxi para o hotel e que o Lueba se encarregaria de recebê-los, já o Desalma (PE) só chegaria à noite, então precisava cuidar das correrias do show no local do festival.

 

No Armazém Uzina é só, leva caixa pra cá, leva pra lá, coloca mão no freezer mais gelado de todos os tempos. Risco de hipotermia de leve! Completando, saio pra comprar gelo e molho o banco e a mala do carro inteira, aquele cheiro lindo de mofo, enfim, loucura.

 

Belt (por Lucas Lisboa)

Subo pra resolver alguma coisa na sede, encontro os caras da Monster Coyote já meio chumbados e penso: “Ta tudo certo, então” e volto logo em seguida para o Jaraguá. Chegando lá, já se encontra no palco, a banda ganhadora do Maionese Q.I, onde o público pôde votar em uma banda local para abrir a segunda noite do Festival. A banda escolhida foi a Belt, por sinal banda do baterista da minha banda, Felipe lonheiro, peça boa. A banda faz um pop punk puxado para bandas como “Fall Out Boy e Blink 182”. A casa ainda tinha poucas pessoas, mas uma galera já amontoava na frente vendo o show dos meninos. O vocalista e guitarrista pocou a corda da guitarra logo nas primeiras músicas e decidiu ficar por isso mesmo, continuou só no vocal. Eu até gosto de Pop punk, mas acho que eles ainda precisam amadurecer as músicas, eles conseguem.

Necronomicon (por Lucas Lisboa)

Terminando o show da Belt no palco 1, já esperava no palco 2, a Necronomicon. Já havia escutado por alta, o disco homônimo dos caras, mas confesso que estava bastante curioso para o show. A banda é realmente o que clama ser, Rock setentista com bastante Doom clássico. Riffs pesados, lentos são disparados por uma tímida guitarrista, bateria certeira casada mito bem com o baixo ritimado que completa o Power trio. Destaque para a voz do baixista e vocalista, Pedro, rockeira até a alma!

Clandestinos (por Lucas Lisboa)

Depois da Necronomicon, deixar todo mundo impressionado no palco 1, era hora de assistir a atração mais destoante do segundo dia do festival, no palco 2, o grupo de rap, Clandestinos. Pra mim um festival quanto mais louco melhor, muitas bandas de estilos diferentes? Ótimo! Por outro lado estava um pouco preocupado que o público fosse um pouco mais intolerante com isso, mas não foi bem o que aconteceu. Muitas pessoas curtiram o show do Clandestinos, mesmo com danças desajeitadas do público, ou algo assim (hahaha), os rappers agradaram uma parte dos presentes, isso me deixa bastante feliz que as pessoas estejam perdendo seus preconceitos musicais.

Autopse (Luiz Rios)

Bem, os que não queriam ouvir outro som que não de guitarras altas e vocais gritados, puderam se deleitar com quem subia no Palco 2, a banda de metal Autopse. O grupo alagoano faz um som calcado em bandas como Sepultura, da qua inclusive tocaram uns dois covers, e Dark Enemy. A semelhança com o grupo de death metal, Dark Enemy, deve ser o fato de uma mulher no vocal fazer gutural e deixar os marmanjos boqui abertos e pensando: “eu sou uma garotinha de voz fininha”. Mais presença feminina nas baquetas da banda, excelente e agressiva baterista. A Autopse conseguiu colocar o Armazém pra pogar.

Renegades of Punk (Luiz Rios)

A primeira banda de fora do Estado se apresentaria no palco principal, se tratava dos sergipanos da Renegades of Punk. Segunda vez deles em Maceió e talvez a quinta da vocalista e guitarrista, Daniela (Lily Junkie, Triste Fim de Rosilene), que mantinha a presença na sequência de mulheres tocando em bandas no dia. O Renegades despejou seu punk rock de grande pegada garageira em todos os presentes. Gosto da banda porque eles parecem um Dead Kennedys mais garageiro com uma mina gritando. Muito massa!

Misantropia (por João Schwartz)

O punk rock continuaria na apresentação da banda de hardcore em mais tempo de atividade em Alagoas, a Misantropia. Intercalando entre assistir o show da grande banda e resolver pepinos com a casa devido a pequenas confusões na roda, que acarretaram em um estranhamento e nervosismo na equipe de organização da casa, não acostumados a shows de rock mais pesado; e desnecessários escândalos de entra e sai, levando a proibição de poder entrar e sair no local, não por parte da Popfuzz e sim por parte da produção do Armazém Uzina, o festival continuava rolando bem. A Misantropia proporcionou grandes rodas de pogo com seu hardcore clássico e discurso politizado em suas letras.

Outro destaque legal dessa segunda noite foram as banquinhas, em maior quantidade do que a noite anterior e diversos produtos, Vinil, cd, livros, gibis, bolsas, camisas, bonés, tudo que tem direito, chamaram muita atenção dos presentes.

Monster Coyote (por Geanne Cardoso)

A Misantropia se despede do Público e chega à hora dos stoners vindos direto de Mossoró (RN) da, Monster Coyote tocar o caos no Festival. Riffs pesados, baixo pesado e bateria pesada. Tudo pesado na Monster, mas aquele pesado propício para a chapação, na velocidade certa. Stoner to the boner como o próprio nome do disco sugere, muito Kyuss, Fu Manchu e até muito de Metallica. Showzão, só ouvi bons comentários.

Desalma (por João Schwartz)

No palco 2 estava pra começar um dos shows mais esperados da segunda noite, direto de Recife (PE), Desalma. Eu já tinha ouvido falar muito bem do show dos caras, também já tinha ouvido o Ep que me deixou bastante impressionado. O Desalma é Metal! É Death, é thrash e ainda consegue ser math! Death metal quebrado, paradas súbitas, mudanças de andamento e porrada, muita porrada! Deixou todo mundo de cara! Tanto que nem vi os head bangers baterem cabeça, apenas prestarem atenção (hahaha).

Merda (por João Schwartz)

Último acorde dado pelo Desalma e já podia ouvir do palco 1 uma gravação vinda de um megafone que dizia: “Atenção galera do Merda, atenção galera do Merda”. Todo mundo pra frente do palco porque ia começar o show da “banda” mais esculachada do hardcore brasileiro, a com mais merchandising também, O Conjunto de Música Rock Merda. Confesso que fui um dos primeiros a correr pra lá, queria só ver o que Mozine e Cia iam fazer depois de terem bebido 20 Pitú colas, as quais haviam feito os rapazes enxerem os olhos quando vistas no isopor. O show foi um cacete atrás do outro, roda de pogo rolando solta e os caras tocando as suas canções lindas de forma tosca e instigante. Vários clássicos despejados: “Pára de chamar o merda pra tocar”; “Enfia seu próprio Piru no seu cu”, essa dedicada a aprovação da lei em prol da união Homoafetiva; Vida Fácil e até uma cover do Rei, também capixaba, Roberto Carlos. Só digo uma coisa: “Obrigado galera do Merda” (hahaha).

 

Quem tinha disposição e deveriam ter, ainda poderiam ver a instituição do Metal Alagoano, Morcegos, quebrar tudo no palco 2. A banda de metal mais antiga do Estado, fechava com chave de ouro, o Festival Maionese 2011. Infelizmente eu não pude ver o show dos caras por que fui levar bandas para o hotel e resolver as últimas broncas do Festival.

 

Volto ao Armazém Uzina, uma porrada de coisa pra desarrumar e arrumar mais espaço para colocar coisas no carro. Ainda sobrou forças pra tomar umas cervejas com os caras da Desalma e o incansável batera da Monster Coyote, Renan. Só figuras!

 

Quem acha que o Maionese acaba quando termina no último dia de show levanta a mão! Agora abaixe porque você errou! Domingo dia 15 de maio, o trabalho é bastante agradável no começo, ir pro francês com o Conjunto Merda e Desalma, ta beleza! Mesmo o meu cansaço sendo grande até pra praia. Tá tudo certo! Praia, mesmo que nublada, cervejinha, batata-frita e várias risadas. Destaque para a linda foto dos rapazes do Merda com o belo burro, Neymar.

 

15h da tarde, é hora de trazer os rapazes de volta para a sede para que pudessem relaxar até a hora do vôo. Na verdade eles queriam era beber e assistir a final do paulista (hahaha). O Desalma viaja assim que chega à sede. O Merda aliados ao nosso “ganhador” da promoção, Joãozinho Marcelo, bebem, assistem ao jogo, eu deito um pouco pra descansar, pois de noite ainda tem o aeroporto pra dar uma viajadinha. Deitado eu só escuto os rapazes chamando o nosso demoníaco (belo) mascote, Xis-Bacon, de lueba (hahahaha), não sei por que! Com direito até a musiquinha: “Luêbá-bá-bá-bá (cante com aquela melodia, capoeirá-rá-rá-rá”). Enfim, só sei que lá pras 18h e pouca os caras apagam nos colchões.

 

Acordam lá pras 22h e vamos eu e jorg deixar parte na rodoviária, parte no aeroporto. Missão cumprida, voltamos os dois relembrando já das histórias do Festival, do tanto de trabalho e lembrando que no outro dia ainda teríamos que passar no Armazém Uzina para pegarmos algumas tralhas que ficaram por lá.

 

O Festival Maionese foi um trabalho do caralho, me consumiu fisicamente, psicologicamente e de qualquer outro jeito possível. Foram meses de preparação e trabalho para a Popfuzz, mas no final das contas, tenho certeza e posso falar por todos, que valeu muito a pena. Poder ver que tudo deu certo, ter visto os shows memoráveis, a galera se divertindo e a pacata Maceió tendo uma porrada de shows e cultura independente desse jeito!

 

É isso, para o ano, é nóis de novo! Vai ser doidera, vai ser stress, vai ser maior e melhor, se tudo der certo! Breu, toda forma de arte tem que ter um pouco de atitude, um pouco de rock! Então, coloque rock na sua arte e tudo vai dar certo! Maionese 2011, foi rock!

 

FIM

 

Planant, o mais novo lançamento da Popfuzz Records

Chegando ao décimo terceiro lançamento, a POPFUZZ RECORDS mais uma vez expande seus horizontes e traz para o publico uma amostra do que melhor acontece no rock potiguar. Diretamente de Natal: PLANANT.

 

 

Nascida em 2009, a PLANANT possui membros já conhecidos da cena independente potiguar: Cris Botarelli (ex-Eletrobilhar e atual Talma&Gadelha), Fausto Luiz (ex-Barbiekill e Bandini), Lauro Kirsch  (ex-Claudia’s Parachute, Dragsters e Venice Under Water) e o estreante Rodrigo Takeya no vocal e guitarra. Se valendo de uma sonoridade melódica e ao mesmo tempo rock and roll, a banda remete a “escola U2” de pop com influências do britpop e rock alternativo noventista yankee, ou seja, ambiências e riffs enérgicos que conquistam desde a primeira audição. Já participou de importantes festivais no nordeste como Dosol e diversas edições do Grito Rock (Recife, Natal, Arapiraca e Maceió). Com espaço garantido no lineup do Festival MADA 2011, a banda vem arrecadando elogios e fãs por todos os lugares por onde passam.

 

 

O lançamento do EP aconteceu no dia 13 de maio, dentro do maior evento alagoano de música independente, o Festival Maionese, que em 2011 completou 7 anos de edições ininterruptas, se solidificando entre os maiores festivais periódicos da região.  O disco conta com 5 faixas que mostram um nível musical cheio de personalidade da banda. Tratando de temas como angustias e afeições, as letras maduras e poéticas são um show a parte.

Hidding From The Sun by popfuzzrec

Começando com o pé direito, a primeira música é a Hidding From The Sun, com ambiência e bela agressividade noventista que está sempre presente na banda. O backing vocal contraposto ao vocal principal destaca o refrão, mostrando versatilidade numa levada rítmica que gruda na mente. Logo depois vem When Walls Tumble Down, uma densa ‘balada-rock’ que para alguns pode lembrar Radiohead ou Sparta. Melancolia e guitarras distorcidas. Já em Sing For The Lousy Morning, a terceira música, pode-se escutar uma bela e madura peça no repertório da Planant. O vocal inspirado de Rodrigo surge quase como um pedido de socorro. Seguindo, em Lancaster Winds – que inicia com pessoas falando e sons de passos e inspirada bateria – logo notamos influência dos irlandeses do U2. A ambiência também ajuda a sincopar sua melodia noventista. Terminando com Spin (The Majestic One), canção de vocal agressivo e melódico, trazendo energia e uma presente linha de baixo que se encaixa perfeitamente em bons e agudos timbres de guitarra.

Lancaster Winds by popfuzzrec

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A cópia física também pode ser obtida através da  Banquinha Popfuzz ou fazendo um pedido através do e-mail: popfuzzdistro@gmail.com

Acompanhe as novidades desse e outros lançamentos através de nosso twitter @popfuzzrec ou utilizando a hashtag #popfuzzrecords

www.myspace.com/planant

http://www.facebook.com/Planant

http://planant.tnb.art.br/

@planant

Banda Constantina (MG) lança projeto de financiamento colaborativo para Turnê NE

Apoiadores recebem, em contrapartida, recompensas de acordo com a cota escolhida; Maceió está no roteiro, previsto para acontecer no final do mês de agosto

Desde o último sábado, dia 21 de maio, está disponível através da plataforma de financiamento colaborativa de projetos Catarse (www.catarse.me), projeto para quem deseja colaborar com a vinda da banda mineira Constantina ao Nordeste em agosto deste ano, para lançamento de seu quinto álbum, Haveno.

Em troca da colaboração, de acordo com as cotas dispostas pelo projeto, que visa atingir o total de R$ 6.000,00, são oferecidas recompensas, como cópias do novo CD, camisas, pôsteres e cortesias para o primeiro show da turnê, que acontecerá em Maceió, na terceira edição do Festival LAB, no dia 27 de agosto.

As recompensas serão enviadas após o término do projeto, se a meta for atingida no prazo divulgado – 19 de julho de 2011. Caso contrário, os colaboradores recebem o dinheiro de volta.

A turnê é um antigo sonho da banda, que planeja há algum tempo, porém ainda não teve como viabilizá-la devido ao grande número de integrantes da banda – atualmente, composta por sete músicos -, preço das passagens e custeio de toda a viagem, o que envolve o transporte entre Estados, hospedagem e alimentação.

O QUE É O CATARSE.ME

O site consiste na primeira plataforma brasileira de financiamento para projetos criativos. Através de um conceito conhecido como crowdfunding – que pode ser traduzido como financiamento pela multidão -, muito difundido fora do país, aposta na união entre realizadores e usuários, possibilitando a realização de projetos independentes através de micropatrocínios.

São aceitos projetos artísticos, que antes de ir ao ar, são submetidos à curadoria pela organização do site. Caso estejam de acordo com as normas estabelecidas, são disponibilizados para o público.

Mais Retorno 021 – Aquecimento da Tour!

No próximo domingo tem Tour Nordeste Fora do Eixo, em Maceió.

O Coletivo Popfuzz promove o evento, que acontece no The Jungle, a partir das 17 horas, com as bandas:

- Macaco Bong (MT)

- Porcas Borboletas (MG)

- Burro Morto (PB)

- Cross The Breeze (AL)

Tudo por apenas 5 reais.

Aqueça-se no nosso programa:

AUTORAMAS – Galera do Fundão
ROCKZ – Tô planejando

CHARLOTTE GAINSBOURG e BECK – Heaven Can Wait
ANIMAL COLLECTIVA – Summertime Clothes
VAMPIRE WEEKEND – White Sky

BURRO MORTO – Menarca
PORCAS BORBOLETAS – O Rato

MACACO BONG – Shift

Bom som!

Quer ouvir?

http://www.garageband.com/song?|pe1|WdjZPXLrvP2rYVe2ZGBhDg

Quer Baixar?

http://www.garageband.com/mp3/Mais_Retorno_021.mp3?|pe1|WdjZPXLrvP2rYVe2ZGBhDg

Originalmente Postado em: http://maisretorno.wordpress.com/2009/11/28/mais-retorno-020-no-ar/