Plástico Lunar (SE) e Barba de Gato no Banga Bar

Mais um sábado se aproxima e, com ele, a certeza de que você poderá curtir seu rock and roll. No dia 24/09 acontece o show das bandas Plástico Lunar (SE) e Barba de Gato  lá no Banga Bar e, avisamos logo: Você não pode perder.

Plástico Lunar surgiu no início dos anos 2000 lá em Aracaju-SE e faz um som calcado no rock psicodélico sessentista e setentista. Tem dois EPs e um álbum lançados. Lançou em 2011 o single “Mar de Leite Azedo” que você pode ouvir no perfil da banda no Toque no Brasil. Na sua formação constam Daniel Torres – Vocal e Guitarra, Plástico Jr. – Baixo e vocais, Julio Andrade – Guitarra e vocais, Leo Airplane – Teclado e Marcos Odara – Bateria.

 

Já a Barba de Gato é uma banda de blues-rock já conhecida pelo público alagoano, com anos de estrada e bagagem musical. Formada em 1997, tem em sua formação os músicos Fred Hollanda (gaita, sax e voz), Daniel Gontijo (guitarra e voz), Felipe Reis (baixo e vocal) , Thiago Alef (Bateria) e Ciro (guitarra) . No repertório, clássicos do blues e composições próprias.

 

E, no pub eletrônico, as discotecagens do Clube do Vinil e do DJ Belushi. Tá esperando o que? Música boa e gente bonita. Simbora! Você realmente não pode perder.

 

Serviço:

O que: Show das bandas Plástico Lunar (SE) e Barba de Gato

Onde: Banga Bar – Rua Sá e Albuquerque, Jaraguá (em frente à Assoc. Comercial)

Quando: Sábado, 24/09, 23 horas.

Valor: R$10,00 até a meia noite, R$15,00 depois da meia noite

Contatos: (82) 9671 1621
www.bangabar.com.br

POPFUZZ E ZUVIDO COLETIVO APRESENTAM


O Coletivo Popfuzz e O Coletivo Zuvido apresentam no dia 01 de novembro, segunda (véspera de feriado), o show com as bandas Dad Fucked And the Mad Skunks (MCZ), Morra Tentando (MCZ), Baztian (MCZ) e Rei Bulldog (Arapiraca). O show vai rolar no Clube dos Fumicultores, às 20:00, e os ingressos ficam a R$ 5,00. A temática do show é inspirada na Festa dos Mortos que, no México, é uma celebração festiva que honra os mortos no dia 2 de novembro. Começa no dia 1 de novembro e coincide com as tradições católicas do Dia dos Fiéis Defuntos e o Dia de Todos os Santos.

 

Na ativa há um bom tempo, a Dad Fucked já passou por vários altos e baixos, com a saída e entrada de diversos integrantes. Viveram a época áurea da Fábrica 86 e ficaram parados por um bom tempo, mas ano passado retomaram as atividades com força total e vem tocando constantemente desde então. Trazendo o melhor do skacore para o evento, a banda promete botar todo mundo pra dançar e rebolar com seus hits e apresentações caóticas embaladas pelo álcool. Diversão garantida!

 

 

O ano de 2010 está sendo muito generoso para a Morra Tentando. A banda tocou várias vezes em shows locais, abrindo para grupos de fora que passavam por Alagoas em turnê e, enfim, lançou um EP de estréia com direito a dois shows de lançamento. A verdade é que o Hardcore rápido e pulsante do quarteto ainda busca espaço para afirmação numa cena em transformações, mas a participação no evento, é uma nova barreira transposta por Daniel, José Luiz, João Marcelo e Fabian, assim como também para a organização do evento que investe agora no que Alagoas tem de melhor: a pluralidade.

 

A Baztian é assumidamente rock anos 90. Influenciados pelo chamado guitar rock das bandas alternativas dessa época, a Baztian ganha mais fãs a cada apresentação, através de um show cativante, enérgico, distorcido e, ainda assim, melódico. Misturando uma pegada rock com uma entrega emocional passando por um grande apuro para melodias, a banda mostra suas composições bem trabalhadas através de um power trio afiado e entrosado.

 

Formada pelos Arapiraquenses: Alberto Ribeiro (Guitarras e Vocais), Arthur Liberato (Guitarras e Vocais), Stanlley Ramalho (Baixo) e Alysson Nogueira (bateria) , a Rei Bulldog não assume nenhum rótulo, apesar de cada um ter suas influencias particulares, cada um no seu lugar.

 

Serviço:

O que: O Coletivo Popfuzz e O Coletivo Zuvido apresentam no dia 01 de novembro, segunda (véspera de feriado), o show com as bandas Dad Fucked And the Mad Skunks (MCZ), Morra Tentando (MCZ), Baztian (MCZ) e Rei Bulldog (Arapiraca).

Onde: Clube dos Fumicultores

Quando: Segunda, dia 01 de novembro.

Contatos: Tales Maia, Tel: (82) 8855 0019; Marcos Cajueiro, Tel: (82) 8812 8334; Ana Karênina Magalhães, Tel: (82) 9620 1232.

DE NOVO NO FRONT!

DE NOVO NO FRONT
EVENTO NO TEATRO LINDA MASCARENHAS APRESENTA
NOVAS BANDAS DA CENA ROCK ALAGOANA

 

Quem curte boa música gosta de conhecer novos artistas, ouvir novas canções e assistir ao um bom show. Com o objetivo de apresentar novidades da cena roqueira alagoana, o projeto De Novo no Front promove quatro apresentações imperdíveis no próximo dia 22 de outubro, a partir das 20h, no Teatro Linda Mascarenhas do Instituto Zumbi dos Palmares, no Farol (vizinho ao Cepa).

 

A programação traz o rock pós-punk do Kaddish, a guitar band Cross the Breeze, o som alternativo do Fiat 147 e a estreia do rock and roll cheio de groove do Messias Elétrico (Aru coelho Léo & Pedro). Entre as bandas, Coelho DJ solta um set que alterna clássicos e novidades do rock alternativo, com músicas que vão de Velvet Underground a Franz Ferdinand e de The Who a Amy Winehouse.

 

Tudo isso com um ingresso baratinho – só R$ 5 (cinco reais) –, num local confortável e com o som na medida, para uma noite vibrante e repleta de gente bacana e antenada.

 

Confira quem é quem na programação:

KADDISH

Banda formada pelo professor de Química Eduardo Callado (guitarra e voz) e alguns de seus alunos, como David Moorish (guitarra e voz), Davis Sampaio (bateria) e Mário Alencar (baixo), o Kaddish tem composições autorais de sonoridade vigorosa, que remete aos grupos da cena pós-punk inglesa dos anos 80 e 90, como Joy Division, The Fall e The Primitives, além de agregar influências contemporâneas como The Editors e The Strokes.

Além de exibir uma pegada roqueira em canções cantadas em inglês e em português, a banda busca promover a integração entre gerações e melhorar as condições de convivência entre professor e alunos dentro e fora dos colégios. Ou seja, uma sonzeira vigorosa revestida por uma causa nobre.

 

 

FIAT 147

O nome inusitado indica que vem coisa diferente por aí. Formada no início de 2010 pelo vocalista Rodrigo Cardoso, a banda é um verdadeiro encontro de amigos que buscam um espaço no cenário local e reúne Victor Peixoto (baixo e backing vocais) Bruno Lopez (teclado) e Mapho (guitarra solo). O eclético som do Fiat 147 vai do reggae de Bob Marley ao pop nacional de Skank e o rock dos Titãs.

 

 

CROSS THE BREEZE

A junção bem dosada entre ruído e melodia gera a sonoridade bem particular dessa banda que já nasce sob a chancela do coletivo alagoano Popfuzz – o mesmo que organiza o Festival Maionese. Com o nome tirado de uma música do Sonic Youth, a Cross The Breeze diz muito sobre sua sonoridade na referência que a batiza. Formada por Kayê Holanda (bateria e vocal), Pablo Perez (baixo) e Smhir Garcia (guitarra), o trio promove o resgate da sonoridade suja e rasgada das boas guitar bands, como Jesus and Mary Chain, My Bloody Valentine e Slowdive.

MESSIAS ELÉTRICO

A banda estreante do evento é a que possui os integrantes mais veteranos, com músicos que atuaram em bandas como Mopho e Santo Samba, como Alessandro Aru (baixo e vocal), Leonardo Luiz (teclados) e Fernando Coelho (bateria). Na linha de frente, o jovem e talentoso guitarrista Pedro Ivo, que também assume os vocais principais, completa o Messias Elétrico, que busca resgatar uma combinação musical que há tempos havia sendo esquecida: a combinação entre rock e groove. Com nítidas influências de ícones dos anos 60 e 70, a banda joga balanço no meio das guitarras, em músicas ganchudas, melódicas e com arranjos bem trabalhados.

 

SERVIÇO

O quê: De Novo no Front – shows com as bandas Kaddish, Fiat 147, Cross the Breeze e Messias Elétrico. Participação especial de Coelho DJ

Onde e quando: No Espaço Cultural Linda Mascarenhas, no dia 22 de outubro, a partir as 21 horas.

Ingresso: R$ 5

Informações: 8813-7442

 

Release por Callado e Coelho

Debate(SP), Morra Tentando e Baztian no Jungle!

No próximo domingo, prepare-se para uma boa dose de experimentalismo, gritaria e rock em alto volume, com as bandas Debate, Morra Tentando e Baztian!

Vindo de São Paulo para terras maceioenses, a Debate promete um show intenso, com seu pós-hardcore esquizofrênico tocado com precisão matemática, aos moldes das bandas americanas Drive Like Jehu e At The Drive-In. A banda já tem muito tempo de estrada e é uma das precursoras do math rock no Brasil.

A Morra Tentando já é conhecida do público do underground de Maceió, eles vêm com um show baseado em seu EP lançado a pouco tempo, prometendo ser como sempre vem sendo: visceral, agressivo e gritado, mostrando uma faceta do hardcore alagoano que se distancia do estereótipo das bandas pós-Mutação, proporcionando um sopro de vitalidade na cena rock alagoana.

A Baztian é assumidamente rock anos 90. Influenciados pelo chamado guitar rock das bandas alternativas dessa época, a Baztian ganha mais fãs a cada apresentação, através de um show cativante, enérgico, distorcido e, ainda assim, melódico. Misturando uma pegada rock com uma entrega emocional passando por um grande apuro para melodias, a banda mostra suas composições bem trabalhadas através de um power trio afiado e entrosado.

Serviço:

O que: Popfuzz apresenta:

Debate (SP), Morra Tentando e Baztian.

Onde: The Jungle, antigo Paintball do bairro de Cruz das Almas.

Quando: Domingo, dia 12 de setembro.

Preço: 5 dinheiros.

Popfuzz e FVM Produções alcoolicamente apresentam:

E ai galere, cmoo adna o seu fgiado? Aeicta mias uma cevreja?

Não, você não está bêbado.

Em mais uma parceria da Popfuzz com o Coletivo FVM, no dia 24 de julho às 20hs no The Jungle acontece o evento mais alcoólico do mês na cidade, com as bandas Cerva Grátis (PB), Candeias Rock City (PE), Cross The Breeze, Reverter e discotecagem coletiva ao preço camarada de 5 dinheiros.

Vindo da Paraíba o power trio Cerva Grátis apresenta seu show altamente energético, com doses cavalares do mais puro rock inconseqüente e descolado com som calcado no blues/punk e garage. Gosta de Danko Jones, Forgotten Boys, Little Quail and The Mad Birds? Copo cheio.

Já de Pernambuco a Candeias Rock City, com seu rock urgentíssimo, vem dar as graças na terrinha mostrando que o glam continua mais vivo do que nunca, sendo aclamada como uma das melhores bandas do estilo no país. Jupiter Maçã, Hardcore Superstar e Hellacopters no mesmo copo. On the rocks.

 

 

Além das locais Cross The Breeze, atual a bastião local do noise pop, cheia de experimentações, microfonias e distorções seguindo a escola do Jesus and Mary Chain, e Reverter, abanda de HC Melódico com vocal intenso e letras que abordam sentimentos, com influências de colligere e entrefuego.

Agora sim você poderá ficar bêbado.

Serviço:

O que: Popfuzz e FVM Produções alcoolicamente apresentam:

Cerva Gratis (PB), Johnny Hooker e Candeias Rock City (PE), Cross The Breeze e Reverter.

Onde: The Jungle, antigo Paintball do bairro de Cruz das Almas.

Quando: Sábado, dia 24 de julho

Preço: 5 dinheiros.

Contato: Caíque Guimarães, 9925-9684.

 

Maionese como aperitivo



Prévias com shows, oficinas, mostras e palestras prometem movimentar Alagoas antes mesmo do início do festival


E começa a contagem regressiva para o maior festival de rock de Alagoas, o Festival Maionese 6. Mas para quê esperar até os dias 28 e 29 de maio para conferir muita música de qualidade, se podemos antecipar um pouco do que o fim de maio reserva? É por isso que, para esta sexta edição, além das apresentações principais, os alagoanos poderão conferir prévias temáticas que prometem esquentar a cena da música local.

A primeira delas acontece já na próxima sexta-feira, dia 14, no Galpão Desmaio. Além da apresentação das bandas Duvet, Slowdrop, Clandestinos e Before I Die, o público poderá conferir a exibição de vídeos do festival e do Coletivo Popfuzz. Os shows terão início a partir das 20h, sob o preço de R$ 5, a serem vendidos na hora do evento.

Já no dia 16, em comemoração ao Dia do Gari, está marcada uma visita ao aterro sanitário de Maceió, situado no bairro do Benedito Bentes, seguida de um ciclo de palestras com representantes do Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas (IMA) e da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh). A ação, realizada em parceria com o Centro Acadêmico do Curso de Biologia da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), visa fomentar uma das bandeiras do evento, a sustentabilidade. A programação conta ainda com oficinas temáticas e, como não poderia deixar de ser, muita música ao som da banda La Polícia , Boas Sementes e do DJ Yellow Bar.

As prévias seguem no dia 20, com a Noite Folk, comandada por Marcelo Cabral Acústico, Black Jeans My Dear, Mario the Alencar e Old School Friends e muito mais. Já no dia 22, o evento inova ao abrir o DESmaio para um duelo de bandas, que promete animar a sexta-feira maceioense.

E como a ideia é integrar, o município de Arapiraca também não podia ficar de fora da programação de prévias. Enquanto as bandas duelam em Maceió, as bandas Bianca, Coisa Linda Sound System, Subproduto de Rock e My Midi Valentine, prometem fazer com que o público da capital do agreste alagoano não fique parado. A programação tem continuidade nos dias 21, com o Dia do Vinil, e no dia 23, com a 2ª Mostra de Artes Livres e Psicodelia.

Para Nando Magalhães, um dos produtores do evento, as prévias servirão para dar um aperitivo para aqueles esperam ansiosos pelo início do Maionese 6. “As atividades que marcam o início do festival vão mexer bastante com a cena da música alagoana e mostrará, para quem for conferir, que vai valer a pena aguardar pelo início do Festival”, assegura.

Conheça as bandas do Ganhadoras do Maionese Q.I: “Quem indica é tu”


Dia 19 de Abril de 2010 votação foi finalizada, foram 2.791 votos no total. Como já tinha sido divulgado aqui no site, as 2 bandas mais votadas vão fazer parte do Maionese 6 nos dias 28 e 29 de maio. As bandas escolhidas por voto popular foram:

 

Bonança – 644 votos

 

 

O sonho existe desde a infância: tocar com os amigos numa banda de Rock.

 

O tempo foi passando e alguns foram se conhecendo da rua, da escola, da faculdade e – como não poderia faltar – das farras. Em 2005, seis amigos juntam-se para tocar músicas cover: o bom golpe para aquele domingo chato.

 

Em meio á animação dos encontros surgiram também várias “tempestades” que foram passando com o tempo enquanto a reunião de amigos aos fins de semana crescia cada vez mais. Surge ali uma banda.

 

Até que em 2008, finalmente vem a BONANÇA. Hoje, somos oito amigos e estamos em fase de produção do nosso primeiro álbum: “Com o tempo vem”.

 

O som transita por vários estilos da história da música brasileira tendo uma maior ênfase no rock clássico/alternativo com influências que vão de Pixinguinha, Chico Buarque a Los hermanos e The Strokes.

 

Nesses dois anos destinados ao foco no trabalho autoral a Bonança vem realizando ensaios periódicos, compondo e produzindo suas músicas próprias a fim de  apresentar um trabalho com qualidade técnica e artística.

 

Os destaques principais na experiência de palco foram no  FEMUFAL  2009 (Festival de Música da Ufal), Orákulo e The Jungle (Casas de show).

 

Vocal » Lima Netto / Guitarra » Samuel Zacarias / Guitarra » Hugo S. / Baixo » Thiago Oliveira / Bateria » Paulo Victor Zacarias / Sax » Artur Pontes / Trompete » Ailton Souto / Teclado » Jefferson Souto

 

Links: Myspace / Youtube / Orkut / Twitter / Letras / Download

 

 

Imprensa anônima – 507 votos

 

 

A Imprensa Anônima começou suas atividades em 2002 na cidade de Palmeira dos Índios com intuito de 5 amigos se divertirem tocando rock n roll.

 

Contanto com Paulo Vitor e Cristiano nas guitarras, Tiago Rodrigues no baixo, Artur Alves na bateria e Felipe nos vocais. Depois de algumas mudanças de formação, Cristiano deixa e banda e Felipe assume a guitarra, e a banda se muda para Maceió no ano de 2005. O Imprensa Anônima tem influências principalmente de bandas das décadas de 80, 70 e 60.

 

O Imprensa busca manter seu repertório principalmente com músicas próprias, afim de divulgar um trabalho mais autoral fugindo de um repertorio quase que inteiramente de covers. Os temas das letras variam sobre críticas, prostituição, vida noturna, amores perdidos, cotidiano, drogas, juventude entre outros.

 

Com o passar do tempo a banda criou uma identidade, a partir de cada influencia peculiar  que os membros possuem, conseguindo atingir seu ponto alto em suas apresentações ao vivo.

Felipe Verlaine » Guitarra, Teclado e Voz  /  Paulo Vitor » Guitarra e Violão /  Tiago Anônimo » Baixo e Backing Vocals  /  Artur Alves » Bateria.

Links: Myspace   /  Orkut


Popfuzz apresenta: Kaddish lança Celebration

Banda retorna com novo trabalho no palco do Linda Mascarenhas


O quarteto de power pop Kaddish, liderado por Eduardo Callado, compositor, cantor e guitarrista do grupo, surgiu na cena rock de Maceió na primeira metade dos anos 00, mas rapidamente deu uma pausa nas atividades. De volta em 2010 com um novo EP, Celebration, o grupo trás canções como Sacred, Euforia e a faixa título, Celebration, com frases de guitarras marcadas e vocais que remetem aquela sonoridade situada entre as décadas de 80 e 90, como Jesus and Mary Chain, Joy Division ou The Stone Roses, algumas das influências do grupo.

A banda apresenta sua nova formação no lançamento do novo EP, em evento promovido pelo ColetivoPopfuzz no palco de Teatro Linda Mascarenhas. Dividem o palco com o Kaddish as bandas Nothing is Impossible Charlie e Baztian. Nos intervalos, discotecagem com Out Quitéria. Banquinha Popfuzz Discos e Comida Vegana/Vegetariana.

Serviço:

Onde: Teatro Linda Mascarenhas, Farol (ao lado do Cepa).
Ingressos: 5,00 R$
Data: 09/04/10 às 20:00h.

Cobertura Grito Rock Maceió (Sirva-se)

Por Daniel Hogrefe e José Luiz Rios

Fotos por Vanessa Mota

Grito Rock Maceió

O Grito Rock, festival que acontece em diversas cidades do Brasil e em outros países da América do Sul, ganhou esse ano sua primeira edição em solo alagoano, e pra começar, o evento organizado pelo coletivo Popfuzz, teve sua estreia na capital do estado, Maceió.

O esquema funciona da seguinte forma: o Circuito Fora do Eixo, junto com a Abrafin e outros colaboradores, contribui na realização do evento, e a produção fica a cargo do pessoal dos coletivos locais. Para uma primeira vez, o evento foi bem estruturado e trazia bandas de diversos estilos. Boa parte da lista das bandas locais eram agregadas ao coletivo organizador do show, mas o que de fato surpreendeu foram bandas desconhecidas que vinham de fora, e puderam mostrar o seu corre diante de uma galera já em clima de carnaval, na praça Marcílio Dias, localizada no bairro histórico do Jaraguá.

My Midi Valentine

 

A responsabilidade de abrir a noite ficou com a dupla arapiraquense My Midi Valentine. A mistura de bases eletrônicas que lembram aquela época em que você ficava o dia inteiro jogando super-nintendo e vocais melancólicos é bem feita. O som sai redondinho, às vezes soa meio esquisito, mas acredito que o objetivo seja esse. O eletrorock pegou os foliões que estavam nas concentrações dos blocos meio de surpresa e, já que nessa hora a maior parte do público era formado por este povo. A apresentação dos caras careceu um pouco de calor humano, não por culpa deles, que ainda tocaram umas canções mais românticas pra dançar agarradinho. Com todo mundo já esquentando as baterias, e escutando uns frevos dos blocos de carnaval que desfilariam nesse mesmo dia pelas ruas do bairro histórico, eis que sobem ao palco quatro rapazes bem vestidos e com seus instrumentos em punho – menos o batera né!?

Sex on the beach

Eles formam a Sex On The Beach, vindos lá da Paraíba, mas com alguns integrantes alagoanos, e com um surf rock instrumental nervoso pra tocar, sons muito bem executados, bons arranjos de rock’n’roll e bom humor em algumas versões de clássicos do rock, além, é claro, de covers do “king of surfing guitar” Dick Dale. Som interessante e que prende a atenção. O público ainda parecia meio tímido e foi aí que começaram a surgir as performances dançantes de alguns populares que se encontravam um pouco acima do nível de álcool. Eles dançavam livremente e desimpedidos de qualquer rigor técnico na criação de seus passos, muitas vezes cômicos, mas ainda assim dançados com muito vigor. Destaque pro tiozinho de bigodão, camisa azul e short vermelho bom de rebolado que se mexia na frente do palco exatamente no ritmo da música. Com a atenção geral voltada pra essas figuras, os roqueiros pés de chumbo puderam começar a dançar sem medo de virar motivo de chacota. Entre uma banda e outra, rolava uma interação legal de uma forma geral. Tinha gente de bandas de fora conversando de boa com o pessoal da cidade, banquinha de CDs, alguns informativos e outras tranqueiras. Também era possível acompanhar um bloco e sua orquestra de frevo, trocar uma ideia com algum conhecido, enfim, a praça estava movimentada, e podia-se perceber uma boa variedade de público, o que foi uma das melhores coisas do evento, fazendo com que o rock extrapole um pouco as barreiras disso que chamamos de cena, misturando um pouco as coisas.

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http://sirvase.net/blog/?p=585

Programação Grito Rock Alagoas

Grito Rock Maceió

 

Quando: 05 de fevereiro, às 17h

Onde: Praça Marcílio Dias, bairro do Jaraguá

Quanto:
 Gratuito/Aberto ao público

Bandas:

Gato Negro (Arapiraca)

My MIDI Valentine (Arapiraca)

Coisa Linda Sound System (Maceió)

Dad Fucked and the Mad Skunks (Maceió)

Caldo de Piaba (AC)

Pumping Engines (RN)

Sex On the Beach (PB)

 

Grito Rock Arapiraca


Quando: 06 de Fevereiro, às 18h

Onde: Lago da Perucaba

Quanto: Gratuito/Aberto ao público

Bandas:

Senhora Rita (Arapiraca)

Subproduto de Rock (Arapiraca)

Cross The Breeze (Maceió)

Baztian (Maceió)

Caldo de Piaba (AC)

Pumping Engines (RN)

É rock ou não é?

Post originalmente publicado em: http://sirvase.net/blog/?p=462

É rock ou não é?

Por Victor de Almeida e Daniel Hogrefe

Fotos por Vanessa Mota

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Após o sucesso da passagem por Maceió da banda sergipana Renegades of Punk, o coletivo Popfuzz e a FVM Produções Independentes uniram esforços mais uma vez para trazer à cidade o show da paulista The Biggs. O esquema era praticamente o mesmo, com duas bandas locais abrindo. Sendo que desta vez houve uma mudança de local, saindo do Café Kancun para o The Jungle e a inclusão da dupla conterrânea da Renegades, The Baggios.

Para a parte alagoana do show, foram escaladas bandas de diferentes gerações, Baztian e Misantropia. A primeira foi formada após a recente dissolução da antiga banda de Caíque Guimarães, vocalista, chamada Jorg and The Cowboy Killers. A segunda, já faz parte da história do punk/hardcore de Maceió. Com 18 anos de estrada, um CD recém-lançado e novo baterista, a banda mostra que ainda tem gás para seguir em frente.

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O show da Baztian surpreendeu. Quando falam que a banda é “meio que um grunge”, aparece o perigo de remeter às espelhadas no Nirvana, que fazem mais barulho do que tocam. Mas, nesse caso, realmente existe a referência, mas o som vai muito além disso.

As camisas de flanela estavam lá, mas o som deles é bem trabalhado, bem tocado e bem ensaiado. As linhas de baixo são muito boas e dão um bom groove pro som da banda, principalmente quando o drive está ligado. Embora pouquíssima gente conhecesse a banda, parece que eles conseguiram agradar o público. Pra fechar, mandaram uma versão dos Smiths e um coverzinho do Mudhoney.

Pausa nas bandas. Enquanto isso, a galera poderia curtir a discotecagem da dupla OutQuitéria, que, mesmo tocando pra dez pessoas, conseguia pular e dançar como se o ambiente estivesse lotado. Vale dizer que o pessoal que estava lá estava tão instigado quanto os dois. O som que rolava era bem eclético, alternando entre Lady Gaga e Catarina Dee Jah, Madonna e Jacksons 5. Boa pedida pra turma que curte a pista, a ferveção ou o bailinho!

Uma boa também foi o pessoal que levou o rango vegan para o Jungle. Hambúrgueres e kibes preparados sem nenhum produto de origem animal, vendidos a preço justo.

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Já com o The Jungle mais cheio, os sergipanos do The Baggios subiram ao palco. A primeira coisa que chama atenção na banda é a falta de um baixista, mas depois que o show começa essa impressão se desfaz. Em alguns momentos era difícil acreditar que não havia um baixo ali, talvez escondido em algum lugar escuro do palco. O fato da guitarra estar ligada em dois amplificadores, um próprio pra o instrumento e o outro de baixo, ajudou a dar essa impressão.

O show deles é bem animado, caminhando entre blues e rock setentista cantado em português, por vezes lembrando bastante a dupla norte-americana White Stripes. Mas o fato é que os Baggios fazem um som instigante e cheio de energia do começo até o final. Se você ouvir um som deles e não gostar, vá a um show. Você vai ter outra impressão da banda!

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Penúltima banda da noite, a Misantropia, fez o primeiro show com o novo baterista Ives, que já tocou em trocentas bandas daqui de Maceió, incluindo a Contra, e agora está substituindo Wagner. Vale dizer que o som ficou mais agressivo, mais forte, com algumas pegadas mais trabalhadas. Para quem acha que em banda de punk a bateria faz apenas a chamada “cozinha”, precisa ouvir essa nova formação. Quem é que precisa de microfone na bateria quando se tem um cara tocando com tanta força e vontade?

Tinha muita gente lá só pra ver o show deles, que, finalmente, lançaram seu primeiro cd há pouco tempo. Bom, nessa hora rolou algo que ainda não tínhamos imaginado que aconteceria dentro do The Jungle: uma roda! Sim, isso mesmo, várias pessoas, rodando em sentido horário e tudo mais, ao som dos clássicos da banda.

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Pronto, chegou a vez da The Biggs, de São Paulo. O trio formado por duas meninas nas cordas e um cara na bateria fechou a noite com um show muito bom. Com músicas agressivas e rápidas, e outras não tão rápidas assim, mas com uma energia que pulava da banda pro público e vice-versa.

Embora boa parte das pessoas ali nem conhecesse a banda, as meninas não pararam quietas um instante. O trio tocou o repertório todo e ainda teve que repetir algumas músicas depois de insistentes pedidos do pessoal que estava mais na frente do palco.

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Um parênteses aqui pra dizer outra coisa que chamou nossa atenção: pelo menos três pessoas vieram falar que estavam apaixonadas pela guitarrista Flávia, não sabemos se foi o efeito do álcool ou o adiantado da hora, mas achamos que o clima intimista e a proximidade da galera com a banda tenha contribuído para isso…

No final de tudo, fica aquela sensação de que as coisas em Maceió estão começando a melhorar. Parcerias inusitadas como a da Popfuzz com a FVM mostram que misturar as coisas, os estilos e as pessoas, é algo que só vem acrescentar e fortalecer a nossa incipiente cena alternativa. O que pareceu claro é o interesse do público, vontade de conhecer coisas novas. A galera tem se feito presente e possibilitando que iniciativas como essas.

A organização foi de primeira. Parabéns pra galera e que continue assim!

Confiram os vídeos do show no canal da SIRVA-SE no YouTube!

 

COBERTURA: CENA ATIVA

        Sábado passado (09/01) foi realizado o Cena Ativa. Repleto de garotos carecas e meninas sem sobrancelha, o evento aconteceu no K-Fofo e contou com shows das bandas Dom Pedriota e as Tatuagens de Pipoca, Demodée e Dad Fucked and the Mad Skunks.


        

Logo no início do evento, a comissão de analistas econômicos do Coletivo Popfuzz fez um estudo dos preços das bebidas e, com base no teor alcóolico de cada uma, opiniou que o whisky seria a bebida indicada para investimentos seguros e rentáveis. Investimos pesado na bolsas de valores em ações do professor e acabamos a noite sem um real.

        Mas voltando aos shows:

        

A primeira banda a subir no palco foi a Dom Pedriota. Já conhecidos no cenário local pela combinação Surf Music + Farda de Marinheiro, a banda animou o público com versões instrumentais de músicas dos mais variados estilos. Mas os garotos não ficaram calados o tempo todo, também teve espaço para músicas com vocal, incluindo um cover dos beatles. Quem sabe no carnaval eles troquem as roupas de marinheiro por umas fantasias mais coloridas e cantem umas marchinhas.


        

Em seguida aconteceu o show da Demodée, que era,  pelo que percebi da reação do pessoal, a banda mais esperada da noite. Foi possível ver um bocado de gente cantando as músicas, o que é sempre legal pra uma banda. Por conta do vocal  em português, muita gente para numa comparação fácil com o Los Hermanos, mas dá pra ver que a banda não segue o caminho dos barbudinhos, que diluíram quase todo o rock das suas canções. No meio do show foi anunciado que aquele era o último show do baixista e rolou aquela comoção entre a banda e os amigos.


        Fechando a noite, com a casa esvaziando e o dinheiro do whisky já esvaziado, veio ao palco a Dad Fucked. Sou parcial pra falar da banda por que sou amigão dos caras, mas não dá pra negar que o show deles sempre é, no mínimo, animado. Mesmo sem dois integrantes (estavam viajando), a banda botou pra dançar o resto do pessoal que esperou o show, com seu ska, hardcore, raggae etc. Além das músicas, sobrou espaço pro Rodolfo (vocalista) falar que o amor é a coisa mais bonita que existe, e que cada um que tivesse alguém do seu lado que amasse, desse a essa pessoa o valor merecido. Podem até dizer que foi mensagem de vocalista bêbado para os bêbados da platéia (tipo eu), mas foi bonito e emocionou.


        Fica os parabéns ao pessoal que promoveu o Cena Ativa pela iniciativa de realizar um show dedicado às bandas independentes alagoanas, e também pela ótima organização do evento. O Coletivo Popfuzz incentiva e apoia qualquer tipo de ação nesse sentido.


Obs: O único fato lamentável do evento foi a conduta de um senhor chamado Marcos Cajueiro, que atirou um copo de whisky nos olhos do vocalista da Dad Fucked. quase causando a cegueira do rapaz. Qualquer notícia do paradeiro do meliante, enviem para coletivopopfuzz@googlegroups.com.

Texto: Lueba

Fotos: Joana Calheiros