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Los 5 de la semana: Melhores Canções do Movimento Beat Brasileiro (ou melhor, da Jovem Guarda)

Para dar continuidade a já conhecida listinha que apresentamos neste amável site, pensei que deveria começar com um dos primeiros movimentos musicais que “ouvi” e passei a amar do fundo do coração, com toda minha alma e que me faz a cabeça: O Beat brasileiro. Ou melhor… Jovem Guarda.

Nascido em todo o mundo praticamente depois do estouro da beatlemania – mais ou menos em 1964 -, o Beat poderia ser classificado como um movimento mundial, como “música jovem dos anos 60″, como música feita por jovens com muito amor no coração e uma guitarra na mão até os idos do início da década de 70.

 

Aqui no Brasil ficou, tempos depois, generalizado como “Jovem Guarda” (por causa da enorme vinculação com o programa de TV estrelado por Roberto, Erasmo, Wanderléa e grupos convidados) e até mesmo massacrado pela galera politizada por ser considerado “alienado”. Mas nada que o hype não traga de volta a cena… Hoje em dia tem muita gente se inspirando no movimento e sua influência em artistas recentes é bem celebrada no nosso cenário musical.

 

Pois bem, vamos dar início a lista, onde eu apresento a vocês as minhas canções preferidas deste movimento tão singular… Oh não, espere… Somente canções autorais. Não é desmerecendo as versões de músicas internacionais da época, claro. Let’s go, bicho:

 

5 . Wanderléa – Prova de Fogo

Iniciando com uma canção da “rainha” jovemguardista, temos aqui esta animada, descontraída e… Raivosa canção. De autoria do tremendão Erasmo Carlos, brandava versos como “sei que você não é bobo, porém seu reinado vai chegando ao fim” e mesclava riffs distorcidos a solos de saxofone num hino de rebeldia feminina contra o machismo que imperava até demais naqueles tempos de guitarras, sonhos, emoções e início de ditadura militar. Uma das melhores linhas de bateria do Beat nacional, vale ressaltar.

4 . Bobby Di Carlo – Tijolinho

De início muitos não reconhecem, mas o compositor Wagner Benatti – responsável por esta canção – é o conhecido guitarrista/vocalista dos Pholhas, Bitão. Talentosíssimo e hitmaker nos 70′s, Bitão compôs sua primeira música aos treze anos – em 1964 – e começou com o pé direito… Sim, pois “Tijolinho” foi a tal, e não demorou muito pra estourar no Brasil inteiro na voz do paulista Bobby Di Carlo, lá em 1967. Letra bonitinha, comparando a mulher amada ao tijolinho que falta na construção (o seu coração!). Melodia intensa – 12-strings guitars presentes e bonitas – um bom e honesto rock dançante gravado com a então banda de Bitão, Os Megatons (uma das primeiras bandas nacionais a usar guitarras de 12 cordas), servindo de apoio. Clássico de Bitão antes de “My Mistake”, antes da Fender Stratocaster branca e antes do enorme sucesso dos Pholhas.

 

3 .  Play Boy – Renato e seus Blue Caps

Sim, assim mesmo, o “play” separado de “boy”. Lançada em 1969, esta canção retrata muito bem os mauricinhos da época (com suas motos envenenadas e seus jeans Lee), clamando em sua letra para que o riquinho engomado não roube a namorada do pobre rapaz que não pode viver sem a garota. Vale ressaltar mais uma vez a qualidade do guitarrista Renato Barros, pioneiro de muitos efeitos de guitarra aqui no Brasil, com seu timbre característico. Também vale lembrar que os Blue Caps continuaram produzindo no campo do Beat até muito tempo depois, apesar de também migrarem pra outros estilos de rock and roll.
Bom, finalizando… Se o playboy tem tudo, não precisa roubar a namorada do cara, né? Sacanagem, bicho.

 

2 . Leno e Lilian – Eu Não Sabia Que Você Existia

Talvez a letra mais fofa da década de 60. Petardo twee, quem sabe? “Eu Não Sabia Que Você Existia” é uma composição de Tony e Renato Barros (que, claro, esteve presente na gravação com seus Blue Caps) para o duo Leno e Lilian. Este que vos escreve tem quase certeza de que a letra é um presente de Renato para Lilian, sua então namorada, que tempos depois seguiu carreira solo e emplacou alguns sucessos (assim como Leno, que gravou dois dos melhores discos de rock que já ouvimos neste país).
Uma canção que pode servir até hoje como uma declaração de amor bela, singela e extremamente sincera.

 

1 . Roberto Carlos – Quando

Sagrando-se “campeã” da lista, “Quando” é talvez uma das canções mais lembradas e consagradas do repertório do Rei. Lançada em 1967 no maravilhoso “Roberto Carlos em Ritmo de Aventura” (que, aliás, rendeu um dos filmes do Roberto, filme este que apresenta a canção da qual estamos falando sendo executada por ele e seu conjunto RC-7 em cima do Edifício Copan, em São Paulo. Alô, Beatles no telhado da Apple!) como quarta faixa, traz de uma só vez quase todos os elementos conhecidos do Beat nacional: As guitarras agudas e ritmadas de Renato Barros e seus Blue Caps*, um belo orgão Hammond B-3 executado pelo aclamado Lafayette e como não poderia deixar de ser, uma letra que brandava ao mundo o terrível sentimento de perder uma mulher amada, ainda que desta vez – mesmo confuso – o cara mantivesse seu orgulho expresso em frases como “Mas você não mereceu o amor que eu te dei”. Vocal inspirado, bom pra lembrar os velhos e bons tempos do Robertão, que pouco tempo depois partiria pra uma fase mais madura e centrada, at[e beirar a cafonice e o kitsch nos 80′s. Esta canção com certeza está no meu inconstante “Top 5 – Músicas Preferidas” que mantenho na cabeça.

 

 

Vou terminando por aqui esta lista sessentista (só pra rimar) sem ter muito o que dizer, já que praticamente gastei uma boa parte do seu tempo com esse texto aí. Não esquece de sacar os sons que coloquei no post.  Long live to Rock and Roll, baby!

* sim, eles gravaram quase todos os discos do Roberto Carlos na década de 60 como banda de apoio.

 

Gabriel Passos

Los 5 de la semana: Músicas para o pôr do sol

Segunda semana da nossa listinha de coisas do mundo rock, essa coluna que não difere de porra nenhuma das outras listas de cinco coisas que você pode achar facilmente pela internet. Desta vez, a Los 5 de la semana, foi feita pelo membro, Mário Alencar e ele resolveu dissertar sobre cinco boas músicas para escutar assistindo o pôr-do-sol:

Songs for the sunset

Eu sempre estou a observar o pôr do sol pela minha varanda, e cheguei a uma conclusão de que isso me faz tão bem acompanhado por uma boa música, cigarros e café, ou, para ocasiões especiais, um vinho. Ainda não tentei com vinho, mas com cerveja é tiro e queda. Então, resolvi criar uma coragem e fazer uma playlist nostálgica com um pequeno release de cada uma das últimas canções que eu tenho ouvido e acho que possa ajudá-los a apreciar com gosto este fenômeno. Se caso você não tenha ”feeling” para isso, nem perca seu tempo, vá ver pornografia (Youjizz > Xvideos).

 

The Radio Dept. – Tell: A banda foi formado em 95 por colegas suecos de faculdade, Elin Almered e Johan Duncanson. Mas tudo começou a fazer sentido em 2001 com a entrada de Lisa Carlberg e Per Blomgren (baixo e bateria, respectivamente), que começaram a ensaiar com frequência. Com Daniel Tjader nos teclados, enviaram algumas gravações para a revista de música Sonic e conseguiram uma boa crítica, passando a constar no sampler CD gratuito distribuido com a revista. É quando a Labrador Records descobre e se apaixona pela banda. A sonoridade do grupo tem sido comparada à de bandas como Pet Shop Boys ,My Bloody Valentine e Cocteau Twins. O Radio Dept. tá entre uma das primeiras bandas suecas em que eu mais aprecio com sonoridade pop. Os três albums mais uma penca de EPs são todos lindos, recomendo meter a cara no Soulseek e baixar tudo.

The Radio Dept. – Tell by salamancoral_chan

Slowdive – Alison: Eu tenho uma paixão inacabada pela Slowdive assim como eu tenho pela My Bloody Valentine, responsáveis nomes do tal gênero shoegaze, que me cativa a cada amanhecer do dia. Um de meus bobos sonhos é ouvir o disco Souvlaki com uma garota que me dê muito amor. Abra uma garrafa de vinho pra ver se o lance fica sério, se funcionar me manda um email.

01-Slowdive-Alison by Rodolfo Lima

Airiel – Peoria: A música mais nostálgica da playlist é Peoria, sério mesmo. Eu tenho que ouvi-la pelo menos 1, 2, 3 ou incontáveis vezes no meu dia-a-dia de cão. Banda de Chicago e infelizmente pouca conhecida com poucos trabalhos, tendo o The Battle Of Sealand o único álbum e 5 belos EPs. Pros amantes de shoegaze é vibe cheia!

08 – peoria by mjalencarr

Washed Out – Feel It All Around:
Washed Out é Ernest Greene, e assim que comecei a ouvir não parava mais. Também sinto uma tristeza por este rapaz só possuir 2 EPs que são uma puta nostalgia em clima de praia, sol e cerveja. O som é identificado como chillwave, nova onda sonora que começou em tão pouco tempo no ano de 2010. O estilo é uma produção caseira, na língua típica dos indies eu direi isso melhor, lo-fi, os instrumentos que são usados são teclados surrados e esquecidos no porão de casa, uns reverbs, distorções de guitarras e baterias eletrônicas bem simples. Além de Washed Out do gênero escute também Toro Y Moi, Millionyoung e Casa Del Mirto. Conheço mais outros mas se eu ditar aqui poderá levar mais algumas horas digitando.

Washed Out – Feel It All Around by IndieRockReviews

Beach Fossils – What A Pleasure:
Se você é fã de bandas que fazem um som lo-fi (Lembre-se do Washed Out que acabas de ler) com pegadas do pós-punk o Beach Fossils é majestoso para isso. Eles lançaram ano passado o primeiro disco intitulado com o nome da banda mesmo, mas essa canção é do novo EP que acaba de sair fresquinho dias atrás o What A Pleasure. Simplesmente é genial as suas guitarras que me fazem ‘’nostalgiar’’ os Smiths.

Beach Fossils – What a Pleasure by ccconr

Mário Alencar
Coletivo Popfuzz

Los 5 de la semana: Canções felizes de amor

Dando inicio a uma série de listas de assuntos dessa loucura do mundo pop (trocarei pra o mundo rock), toda semana você vai encontrar aqui a eleição de cinco coisinhas que talvez valem a pena enumerar. Decidi voltar a esse velho hábito “indiestico” por nostalgia e porque sempre achei uma boa maneira para falar sobre qualquer coisa em um formato pré-definido. Mas não se preocupem que prometo deixar meus textos ainda com escrita libertária e underground.

Sobre rock ou sobre amor, ou mesmo raios de sol

A nossa primeira listinha traz as cinco melhores músicas felizes de amor, ou seja, sobre relacionamentos que estão dando certo, que transmitem otimismo, apaixonadas e apaixonantes. Uma dica é para ler essa quando acordar, definitivamente essa é uma boa hora pra ler.

5 – Off my mind – Smoking Popes

Dando inicio à contagem, os ainda pouco conhecidos Smoking Popes fizeram nos anos 90 a declaração de amor em formato de música chamada “Off my Mind”. A canção trata daquela fixação de pensamento em alguém, assim como da importância do mundo criado pelo casal, aquele que só eles entendem. O personagem sugere, romanticamente, atos exagerados para ficar mais tempo com a sua querida. “Baby, I just can’t get you off my mind I’d hang out with you all the time if i didn’t have to work. Maybe i should think about giving that up too”. A voz do vocalista Josh Caterer se assemelha um pouco a do sentimental amargurado Morrissey, com uma grande dramaticidade, mas a música é uma declaração de amor onde tudo está bem. Já o instrumental passeia entre o powerpop e um pouco de punk rock. A letra ainda apresenta mais declarações românticas, como ”Baby, you’re all that I need to live and I got so much to give Let’s throw the world away”. Em seus versos finais, ela entra ainda mais no exagero e com pedidos de “nunca me deixe”: “Baby, now you are the only thing that every morning brings, so don’t let me down”. Brega? pode até ser, mas você sabe que essas breguices existem, todos os exageros também e isso serve de inspiração para músicas pop.

07 off my mind by Rodolfo Lima

http://letras.terra.com.br/smoking-popes/215584/

4 – Wouldn’t it be Nice – Beach Boys

Sei que é a música mais conhecida dessa lista, mas acho que não teria como ficar de fora de uma lista de canções felizes de amores. Os Beach Boys fizeram, no seu lendário Pet Sounds de 1967, essa obra prima do amor inocente e otimista. Logo nos primeiros versos Brian Wilson canta: “Wouldn’t it be nice if we were older/ then we wouldn’t have to wait so long/ and wouldn’t it be nice to live together/ in the kind of world where we belong”. Os vocais característicos da banda estão todos lá, assim como toda sonoridade pop sessentista. A letra continua dissertando sobre um casal mais novo que só sonha em se casar logo e viver junto, podendo passar cada vez mais tempo juntos. “Maybe if we think and wish and hope and pray/ it might come true baby./ Then there wouldn’t be a single thing we couldn’t do/ We could be married and then we’d be happy and wouldn’t it be nice”. Esse casal jovem sonhando e fazendo planos para o futuro é um dos pontos mais altos de doçura da música pop de todos os tempos. A música não por coincidência é trilha de vários filmes de comédia romântica e também não por coincidência entra em qualquer lista das grandes canções de amor. ponto.

Beach Boys – Wouldn’t It Be Nice by junnamatsuda
http://letras.terra.com.br/beach-boys/3426/

3 - Nothing with you – Descendents

Diferindo um pouco das canções e letras acima e trazendo para coisas pequenas do cotidiano, os punks do Descendents, conhecidos por abordarem bastante o assunto relacionamento em suas letras, colocaram em seu último disco (Cool to be you) uma obra prima do amor simples. “Nothing with you”, trata apenas da vontade do personagem de não fazer “nada” com a namorada, mostrando o conceito de “nada” como ficar em casa sentado na sala, assistindo TV. Versos como: “Doing nothing having fun, off to bed to get things done. I’m not lazy, I’m in love”. E a indentificação chega a ser imediata  para um entusiasta de séries na parte: “Mad About You at dinnertime, Seinfeld, Simpsons, So-Called Life. Seen the reruns 20 million times”. Musicalmente ela é um típico clássico dos Descendents, com guitarra pulsante e arranjos rápidos; baixo corrido; bateria com pegada dos Ramones e o vocal inconfundível de Milo Auckerman. Na letra ainda cabe espaço para declarações como “Nothing is really fun when you’re not there” e a reclamação contra aqueles que querem impedir que ele passe o dia inteiro em casa com o seu amor, seja o trabalho ou qualquer outra coisa: “People knock on my door, ringing my phone telling me the things i gotta get done today, to satisfy them, but what about me? Lately I’ve been wishing i was brain dead, no responsibilities in my head today. Baby let’s see what’s on the TV”.

Músicas assim que nos lembra daqueles dias bons que apenas ficamos de bobeira em casa sendo um casal, vivendo no mundo da porta pra dentro e que às vezes contam tanto quanto uma grande aventura apaixonada.

Descendents, The – Nothing With You by Rodolfo Lima

http://letras.terra.com.br/descendents/323645/

2 – I don’t want control f you – Teenage Fanclub

Sei que o Teenage Fanclub poderia entrar nesse texto facilmente com as cinco músicas da lista, os escoceses têm a boa mania de escrever suas canções pops de temática amorosa de forma bonita e esperançosa. Sendo assim foi dificil escolher uma, mas optei por “I don’t want control of you”, do disco Songs from Northen Britain, como o segundo lugar na lista. Além da melodia impecável “teenageana” que já valeria  a lembrança, a canção fala sobre um personagem que tenta ao longo de toda a história convencer sua metade que não possui o mínimo interesse em tomá-la como posse ou de forma mesquinha. não tem como não se derreter com os primeiros versos: “I don’t want control of you, doesn’t matter to me. The very heart and soul of you are places I wanna see”. Ali já se encontra a essência da canção, onde mais essas palavras poderiam ser ditas que não em uma canção pop? Seguimos para um refrão de pura fofura: “Everyday I look in a different face. Feelings getting stronger with every embrace”. Só quem está apaixonado para ver vários rostos na mesma pessoa, sempre sendo uma novidade para que nunca perca a graça. Vemos a não aceitação de estagnar o sentimento nos versos “Don’t want this love to stay the same. Growing with every year”. e no último verso “I want this love to stay the same. Growing with every year”, a conotação muda, só para ele afirmar que quer tudo do jeito que está, crescendo cada vez mais. Muito auto-explicativa, não precisava nem comentar nada, mas não poderia escolher outra.

04 I Don’t Want Control Of You by Rodolfo Lima

http://letras.terra.com.br/teenage-fanclub/76278/

1 – Sweet Avenue – Jets To Brazil

A grande vencedora é realmente aquela canção, por mais brega que seja, sobre o poder do amor. A letra descreve perfeitamente o enredo de um filme romântico: o cara isolado e introvertido que encontra a garota que vai fazer ele olhar pro mundo de forma diferente, fazê-lo viver de fato. “Now all these tastes improve through the view that comes with you like they handed me my life for the first time it felt right thank you for making me see there’s a life in me it was dying to get out”. Nada mais estilo “filme da sessão da tarde” que isso. Blake Swaszenbach, compositor e vocalista da banda (assim como de outra banda chamada Jawbreaker), é conhecido por escrever belas letras, mas sendo essa uma das raras exceções de otimismo na temática. Musicalmente falando ela apresenta todas as características de sua escrita musical. Sem um refrão ou um formato especifico, a música apenas se desenvolve junto a uma melodia que cria pequenas formas conforme vai fluindo com suas letras. Como não se apaixonar por uma música que contém singelas frases como “This Day could someday be our anniversary”, ou mesmo “Living by the hour I stopped for every flower”, ou então “Touching you I start to bloom. Alive with trains and passing ships soft and sweet upon your lips now I go oh wow”. Melhor parar por aqui, vai lá conferir a beleza dessa música de amor tão transformador.

11 – Sweet Avenue by Rodolfo Lima

http://letras.terra.com.br/jets-to-brazil/19900/

Então é isso, essa foi a minha primeira lista, gostaria de terminar esse texto com uma citação do grande, único, Jonathan Richman “ Só porque eu me sentia triste, não quer dizer que eu queria que os outros se sentissem como eu”.

 

Rodolfo Lima
Expulso do exército Espartano em VI a.c, floricultor desde então.