Fonte: Jornal do Commercio

A arquiteta Sônia Beltrão é como Gonzaguinha: acredita na rapaziada. Ex-militante estudantil, ela acabou atrás das grades do Regime Militar brasileiro no Recife, quando tinha só 23 anos. Foi torturada e chegou a ser solta quase um ano depois. Hoje, aos 62, ela relembra seu passado com orgulho e dor, mas não guarda o ranço dos saudosistas que veem a juventude atual como a antítese de um outro tempo e o sinônimo da apatia.
Para ela, na “sua época” nem todos queriam mudar o mundo, porque como agora também havia jovens “alienados”. Aliás, dentro da sua própria casa, segundo recorda. “A juventude não é covarde. Ela tem um poder de transformação grande, tem o poder de sonhar. É onde pode haver mudança”, defende ela, com otimismo.
O catalão Jaume Sastre, cuja idade (27 anos) se aproxima da faixa etária de um dos filhos de Sônia, prefere ter cautela quanto a essa crença no poder dos jovens. Embora reconheça que sejam maioria nos movimentos atuais da Europa, em especial da Espanha, não acha que se trate muito de uma questão geracional, que para ele soa quase como hormonal. Seja como for, na história da modernidade, é a população mais nova que tende a alardear sua insatisfação a uma dada ordem social estabelecida.
E não é diferente com as atuais gerações. Em marchas nas ruas e/ou em mobilizações na web, as bandeiras se constroem e se renovam por meio de discursos diversos, geralmente levados adiante por grupos que reclamam melhorias de urgência cotidiana.
Movimentos a favor de “minorias”, como gays, nordestinos, negros, mulheres etc., além de gritos pela descriminalização da maconha ou mesmo por filosofias mais libertárias de vida, longe de fórmulas como carreira bem-sucedida + grana, por exemplo, estão em pauta mais do que nunca (veja perfis no infográfico). A internet não é só um novo canal de protesto, é também onde ocorrem subversões, como no caso dos hackerativistas.
Na visão do sociólogo e compositor Paulo Marcondes, as lutas juvenis se dão geralmente pelo reconhecimento e pela justiça, bem como contra os processos de exclusão. O que mudam são as questões colocadas e como são postas nos diferentes contextos históricos. Se na década de 1960 havia uma tendência de contraposição a valores tradicionais e a uma “sociedade tecnocrática”, como diz ele, desde os anos 1980 os discursos vêm se pulverizando e procurando resolver problemas do “aqui e agora”.
“A mudança social é uma questão muito complexa, não se faz com um grupo, nem com um desejo. Depende da movimentação de um conjunto de atores, em posições distintas. A juventude também é protagonista, mas não só. O que acontece é a visibilidade pelo modo como assume a condição de protesto”, analisa o sociólogo, que desenvolve pesquisa sobre arte e política pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia, da Universidade Federal de Pernambuco.
No conteúdo que apresentamos aqui, como extensão da matéria publicada neste domingo, na revista Arrecifes, tentamos mostrar como a ousadia e a vontade dos jovens, com seus 20 e poucos anos (ou mais alguns), devem ser percebidas e debatidas neste século 21, onde ainda se acredita que a democracia e o poder de consumo tenham resolvido os problemas da humanidade. Não é bem assim.
Como se pode ler na entrevista exclusiva com o estudante de doutorado Jaume Sastre, não existe zona de conforto em um mundo excludente, de falsas promessas. Ele próprio bateu panela na rua, acampou em praça pública e tem participado de assembleias em bairros de Barcelona, onde mora. Embora não se considere um protótipo de “indignado” – como ficou conhecida a massa que saiu recentemente às ruas da Espanha para se contrapor à crise política e econômica que se instaurou no país (assim como em outras nações da Europa) –, ele é um exemplo de juventude contemporânea capaz de nos convencer de que ainda há muito para se lutar mundo afora.
E mais ainda: que devemos fazê-lo logo, se quisermos ter uma posição mais crítica e política na sociedade. Não é questão de partido, de sindicato ou de direita x esquerda, necessariamente. Nem de sonhar com uma sociedade distante e igualitária, com a qual nem sequer nos preocupamos no “modo automático” do dia a dia. Tampouco de modismo. É uma questão de consciência e atitude.
Rodolfo Lima
Coletivo Popfuzz
Sexta-feira (13) Primeiro dia de Maionese:
Eek no Festival Maionese 2011 (por Woulthamberg)
“Acorda que tem que procurar um lugar pra fazer o Banner do evento, e claro, tem que ficar pronto ainda hoje”. Isso tudo eu tinha que fazer rápido porque ainda tinha que pegar o paulista Jair Naves e sua banda, na rodoviária.
Duas gráficas depois, pois ambas não poderiam me entregar até o final da tarde, achei uma que conseguiria fazer, ufa! Hora de subir para a rodoviária, chegando lá encontro o carro do Lueba já a postos esperando a chegada da banda. Eram necessários dois carros devido à quantidade de instrumentos da banda. Meio dia e meia, o ônibus chega à rodoviária, recebemos o pessoal, brincamos de tetris pra colocar todas as malas, instrumentos, incluindo um teclado gigante que ocupava todo o espaço do meu Uno. Enchemos meu carro de instrumentos e o do Lueba só com os cinco integrantes. Aê, galera do DETRAN, vacilou! (hahaha).
Chegamos rapidamente ao hotel, ajudamos os caras a colocarem as coisas no quarto, eles parecem bem animados devido ao hotel ser bem pertinho da praia e apesar do cansaço visível são extremamente gente boa.
Hora de almoçar, vamos para a casa do Lueba, onde os caras podiam se empanturrar com duas lasanhas de responsa, respectivamente de carne e frango. Quando daí surge à surpresa, a baixista Helena era vegetariana. Devido a toda correria havíamos esquecido de procurar saber disso. Sem problemas, corremos até um restaurante natureba na Ponta verde, e pegamos uma comida veg. delícia pra ela. À mesa todos comem, conversam papo sobre futebol, turnê, se a praia de Maceió tem tubarão (hahaha), enfim, grande almoço!
Fazendo o atendimento da banda tive o difícil trabalho de levar-los para um role na praia, melhor parte trabalhística da sexta-feira. Como o que é bom dura pouco, hora de trabalhar. Banda de volta ao hotel com poucos minutos para descansar, pois é hora da passagem de som. Alguns pepinos para resolver e já é hora de levar a banda para o Armazém Uzina para passar o som e ver se está tudo encaminhado. O local é só correria, últimos preparativos no bar, banda passando o som, atrasos na parte de exposição, stress e loucura. Saio pra comprar pregador, saio pra comprar barbante, saio pra blá blá blá.
Hora de pegar o Banner. Quase que esquecemos, pego o banner e passo em casa só pra tomar banho e subir pra sede da Popfuzz, no Feitosa, para buscar uma das bandas, a Planant de Natal (RN) e levar para o Uzina.
Trânsito das 19h30 é considerável na cidade, demoro um pouco para chegar ao Armazém, no Jaraguá, mas como o próprio Lauro, baterista da Planant me perguntou: “Esse trânsito não vai se comparar ao do Grito Rock não, né?” E eu realmente posso garantir: “Nem a pau”. Entro no local após descarregar os instrumentos e vejo que a Sticky Garden, primeira banda da noite, ainda está no palco, vejo um bom número de pessoas já lá dentro e ainda chego a tempo de pegar de relance a mais nova composição dos caras: “Meu Coração é um Big Muff”. Bela canção sessentista, mas com bastante guitarra distorcida e no show ficou pesadona, curti! Os meninos estão no caminho certo, amadurecendo no auge de seus 16, 17 anos.
Kaddish (por Felipe Barros)
O show continua e eu estou organizando os crachás da imprensa. Antes da Kaddish entrar no palco, sou convidado a buscar junto com o Lueba a Team.Radio e fazer algumas compras no supermercado. Essa hora lembrei que não havia jantado ainda, era a minha deixa de comer alguma coisa também. Chegamos ao hotel e os pernambucanos da Team.Radio já estavam a postos, apresentação rapidinha e escoltamos eles até o Jaraguá, chegando lá o guitarrista e vocalista Roberto nos dá a noticia de que havia esquecido parte do equipamento no Hotel, disse que tinha que voltar. Por sorte, eu e Lueba também tínhamos que passar no supermercado e aproveitaríamos e pegaríamos com ele o que havia esquecido. Comi uma coxinha no caminho, compramos e quase esquecemos o que havíamos ido comprar no supermercado, pegamos as parada e corremos pro show.
Dubex (por Felipe Barros)
Nesse corre-corre, perdi o show da Kaddish, mas ouvi comentários muito bons e as fotos ficaram ótimas (hahaha). No palco 1 se apresentava a Dubex, os caras tocavam seu Dub alagoano para os presentes e contagiaram geral, lembrei que vi uma galera se balançando e colocando o braço pra cima. Eu particularmente gosto muito da banda e achei o show bem legal.
Mudando bastante de estilo, subia ao palco 2 a Team.Radio. Eu já tinha feito amizade com os caras e queria ver o som ao vivo que já de muito me agradava em estúdio. Uns poucos defeitos técnicos no som no comecinho mas nada que prejudicasse a apresentação, o Team.Radio é indie mesmo! Um pouco de shoegazer, um pouco de dream pop, impossível não remeter a My Bloody Valentine, Ride, Slowdive etc. Presença de palco quase inexistente, uma menina nos teclados que cantava a maioria das músicas, um ótimo baterista, guitarristas da escola ambientação e arranjos minimalistas. A banda conseguiu conquistar muitos jovens indies ali presentes, venderam bastante na banquinha e instigaram os que pouco conheciam a banda com o Cover do The Pains Of Being Pure At Heart. A banda ainda esticou um pouco a apresentação porque a atração seguinte do festival (Janu), por problemas pessoais, não pôde comparecer ao evento.
Team.Radio (por Woulthamberg)
A ausência de Janu também fez com o que de última hora tivéssemos que interromper a variação de shows palco 1 e palco 2, sendo necessário a realização de dois shows no palco 2. Isso fez com o que acontecesse um intervalozinho entre a Team.Radio e a Eek. Mesmo assim os caras da Eek conseguiram se acomodar rapidamente no palco. Extremamente profissionais os rapazes.
A Eek mandou o recado muito bem! Bastante conhecidos na cena alagoana, eles mandaram uma música atrás da outra e tiveram o privilegio de ver vários presentes cantando junto com eles as músicas do elogiadíssimo disco Fantasia de Equilibrista, lançado no ano passado. Belo show!
Planant (por Woulthamberg)
A Eek mal desligou os instrumentos e era apresentado o show dos potiguares da Planant no palco 1. Foi possível ver uma correria em direção ao palco, grande aglomerado na frente e posso dizer que o show foi enérgico do começo ao fim. Todo mundo que falava comigo vinha me dizer o quanto a banda era boa, galera impressionada mesmo. A guitarrista Cris arrancou suspiros de muita gente, a presença de palco e som impecável conquistou a todos os presentes e segundo a opinião de muitos saíram de lá como o melhor show da noite. Parabéns pra eles que além de um show foda estavam vendendo um bocado as cópias físicas do disco recém saído do forno da Popfuzz Records em nossa banquinha.
Encerrada a perfeitinha apresentação da Planant, subiam ao palco 2 uma das atrações mais esperadas do festival Maionese, a volta dos filhos pródigos Neon Night Riders. O show começou com algumas dificuldades no som. A grande utilização de sintetizadores, notebooks e parafernalhas eletrônicas rendeu alguns problemas técnicos pros caras, mas a Neon jogava com a partida ganha, todo mundo sabia as músicas, todos queriam dançar. O duo que vive em São Paulo há dois anos não fez um dos melhores shows deles na minha opinião, mas conquistaram quem não conhecia e agradaram aos fãs. Fora o climão de festa entre os amigos. Grande banda!
Neon Night Riders (por Luis Rios)
Eu nem curti tanto o show da Neon porque neste momento estava enfiado no bar, metendo a mão pra pegar cerveja no isopor geladíssimo, pegando troco de dinheiro numa escuridão da porra e tentando ouvir um pouco da música. Ficar no Bar é bagaceira, parabéns quem trabalhou lá o tempo inteiro!
Jair Naves (por Luis Rios)
Encerrado o show da Neon, eu pedi minhas contas do bar, abri minha primeira cerveja do dia e só queria ver o show do Jair Naves. Na primeira música do show, um cover por sinal, só não procurei saber de quem, umas 3 pessoas vieram falar comigo e eu fui um tanto chato, eu não tava afim de conversar com ninguém, só queria olhar pro show. A apresentação continuou e ao escutar os primeiros acordes de “Araguari I” corri para a frente do palco. Jair já começava a soltar toda ira no pobre violão, os companheiros de banda permitiam que ele voasse em suas peripécias dramáticas. A música foi executada de maneira bela e intensa, a partir dali eu sabia que o show ia ser demais! Bateria e baixo formam uma cozinha pós-punk absurda, o teclado está cada vez mais presente nas músicas, guitarra dedilhada com belos arranjos, violão folk caipira! Músicas como “Vida com V maiúsculo vida com v minúsculo” e principalmente “Araguari II” ganham tanta força ao vivo que é impossível ver o show do grupo sem ser esmurrado por tanto sentimento e energia contidos nelas. “Um passo por vez” foi uma das mais belas do show, com certeza a que mais fez o público soluçar. O show acabou com final apoteótico, Helena (baixo) em cima do bumbo, Mark (bateria) tocando em pé, e Jair descendo do palco e cumprimentando todos os espectadores. Show perfeito, vai ficar na história do Festival!
Depois da catarse de sentimentos provocada pelo Jair Naves, ainda era hora de curtir a última banda da noite, Demodèe! Os alagoanos tocaram para um público já reduzido no Uzina, mas que animou o show inteiro, dá pra ver que a banda tem bastante fãs. Não pude curtir muito o show porque comecei a saga de “leva banda no hotel, volta pro show, leva outra banda, volta pro show, leva ….”. Enfim, a pior correria de todas, a de pós show.
Me despeço de todos e posso ir pra casa dormir pelo menos umas quatro horinhas de sono, no sábado tinha mais e a correria seria ainda maior pela minha tabelinha de coisas pra fazer. O primeiro dia havia sido muito bom, boas impressões para o segundo que já tinha chegado…
Continua…
Por Rodolfo Lima
Coletivo Popfuzz
O Festival Maionese chega a sua sétima edição prometendo mais uma vez agitar Maceió no mês de maio. Dedicado a música independente, o evento acontecerá entre os dias 10 e 14 de maio, com ciclo de palestras e debates de 10 a 12 e shows nos dias 13 e 14. Os shows serão realizados no Armazém Uzina, no bairro do Jaraguá, e levarão aos palcos 20 bandas do cenário independente local e nacional.
Realizado pelo Coletivo Popfuzz – Ponto Fora do Eixo em Alagoas – o festival tem a tradição de presentear o público alagoano com as bandas mais diferenciadas do cenário independente. Esse ano não podia ser diferente e os dois dias de show são representados por grupos de indie, hardcore, metal, rap e reggae.
Conheça as bandas do Maionese 2011:
DIA 13/05
Sticky Garden
Sticky Garden: Três jovens adolescentes que fazem um rock garageiro, influenciados por bandas sessentistas como The Who, Sonics e também flertando com o indie rock americano. Lançaram seu primeiro EP ainda esse ano, denominado Dizzy.

Kaddish
Kaddish: A banda existe desde 2000 e já teve várias formações, o único membro recorrente é o guitarrista e vocalista Eduardo Callado. As influências da Kaddish são bastante calcadas nos grupos ingleses dos anos 80, mas sem passar intocado por bandas atuais como Strokes. Contando com uma ótima formação atual, o show deve agradar e muito.
Janu e os Matutos Urbanos
Janu e os Matutos Urbanos: O grupo arapiraquense mistura música brasileira e rock’n’roll com muita naturalidade. O som é pesado e dançante, passando pelo samba, rock, baião. Eles prometem repetir a ótima apresentação realizada no Festival Grito Rock Arapiraca, que botou até o prefeito pra dançar.
Team.Radio (PE)
Team.Radio (PE): Vinda de Recife, a Team.Radio caminha entre o shoegazer e o indie pop que remete a grupos dos anos 90 como My Bloody Valentine e Ride. Recentemente eles lançaram o elogiado EP White Tokyo pela netlabel Sinewave. Coisa finissima!
http://www.myspace.com/teamradiooficial
Dubex: Conhecida do público maceioense pelos shows cheios de psicodélia, a banda faz um som viajante calcado em ritmos jamaicanos como Dub e Ragga. O grupo é formado por: Bambluck (vocal), Danilo (guitarra), André (baixo), Walber (bateria).
http://toquenobrasil.com.br/rede/walbergama/
Eek
Eek: O grupo vive um ótimo momento com o lançamento do elogiadissimo CD “Fantasia de Equilibrista”, que inclusive ganhou o prêmio Uirapuru, da revista O Dilúvio, na categoria “Melhor disco de 2010 – voto do público”. A Eek leva pela segunda vez o seu rock alternativo com influências blueseiras para o festival, garantia de bons sons.
Planant (RN)
Planant (RN): A Planant vem diretamente de Natal (RN) para fazer o show de lançamento do seu mais novo Ep, que será lançado pela Popfuzz Records especialmente no festival. Com apresentações feitas em fevereiro no Grito Rock Maceió e Grito Rock Arapiraca, eles com certeza apresentarão um lindo show para ninguém colocar defeito.
Neon Night Riders
Neon Night Riders: Uma das atrações mais esperadas do Festival é a dupla Neon Night Riders. A banda, que pode ser considerada uma cria do Festival Maionese (já tocaram em três edições), volta à terrinha depois de quase dois anos em São Paulo. O muito bem falado Cd The Neon Àlbum, lançado no ano passado pela Popfuzz Recordos e posteriormente pela Sinewave, rendeu aos caras bons shows na capital paulista e presença garantida em diveros blogs indies naiconais e internacionais. Imperdível!
Jair Naves (SP)
Jair Naves (SP): Destaque no ano passado em vários meios de comunicação da música independente, o cantor e compositor Jair Naves ancora em Maceió junto à sua ótima banda para trazer o show de seu EP Araguari. Ex- membro do seminal grupo Pós-punk Ludovic, Jair Naves continua pós-punk, mas agora aliando sua música a influências com tendência mais ligadas ao folk. As letras continuam belas, muito bem escritas e que ganham ainda mais força com seu jeito sentimental e intenso de cantar. Um show pra ficar na história do festival e de Maceió.
http://www.myspace.com/jairnaves
Demodèe: Com seu rock de bons arranjos e belas melodias, a Demodèe faz lançamento do seu mais novo EP. A banda é Composta por João Henrique (Vocal/Guitarra), Mamão (Bateria), Mário da Mata (Teclado/Vocal), Hugo S. (Guitarra), Davi Coimbra (Baixo/Vocal). Os rapazes são os responsáveis pelo fechamento do primeiro dia de festa.
DIA 14/05
Q.I: A abertura da noite fica a cargo da banda escolhida pelo público através da campanha Maionese Q.I. saiba mais aqui: http://popfuzz.com.br/maionese/1792/.
Necronomicon
Necronomicon: Banda formada em 2009, faz um rock’n’roll setentista com boas pitadas de doom clássico e psicodelia. O power trio lançou seu primeiro álbum pelo selo americano Hydrophonic Records, em janeiro deste ano, mas só no Maionese fazem seu show de lançamento. Melhor para o público do festival!
Clandestinos
Clandestinos: O ótimo grupo de Rap alagoano Clandestinos mostra toda a força do hip hop no Estado. Composto pelos Mc’s Raboo e Bah B e o Dj Asb, eles provam que a mistura e a união de ritmos só fortalece o festival e a música independente.
Autopse
Autopse: A banda passeia entre o metal de grupos como Arch Enemy e Sepultura. Contando com um vocal gutural feminino estrondoso, a Autopse é pesada e melódica na medadida certa. Eles lançaram o seu primeiro CD demo em 2010, o que rendeu vários shows e elogios, além da capa da revista alagoana especializada em sons pesados Rock Meeting.
Renegades of Punk (SE)
The Renegades of Punk (SE): O Power trio de Aracaju composto por Daniela (guitarra e vocal), Ivo (bateria) e João (baixo) se apresenta pela segunda vez em Maceió. Com um vinil lançado no ano passado, os sergipanos vão colocar o Uzina para pogar ao som do seu garage punk energético.
Monster Coyote (RN)
Monster Coyote (RN): O grupo toca Metal Stoner e vem diretamente de Mossoró (RN). Os caras estão lançando o primeiro disco, denominado Stoner to the boner, gravado pelo projeto “Incubadora” do selo Dosol, de Natal. A banda é um prato cheio para os fãs do gênero do metal de bandas como Kyuss e Monster Magnet.
Misantropia: A banda punk mais clássica de Alagoas também marca presença no Maionese. A Misantropia toca para todos os moicanos presentes no dia 14 o seu hardcore “simples e direto”, nome do disco da banda.
Desalma (PE)
Desalma (PE): O Desalma vem de Recife pra tocar o terror no Armazém Uzina. A banda faz um death/trash metal super bem executado e vem sendo destaque em todo lugar que passa. Metal nervoso pra nenhum headbanger colocar defeito.
MERDA (ES)
Merda (ES): Talvez a atração mais esperada do sábado, vem lá de Vila Velha, o lendário projeto dos membros do Mukeka di Rato, Mozine e Paulista, denominado Conjunto de Música Rock Merda mandam o seu Hardcore cheio de ironia e tosquices assumidas. Com três discos lançados, uma grande quantidade de EP’s e splits, o grupo tem uma legião de fãs no nordeste, não sendo diferente em Alagoas. Depois de muita espera, eles tocam em Maceió pela primeira vez, certeza que os caras vão fazer um show histórico em Maceió, se preparem!
Morcegos
Morcegos: A instituição do death metal alagoano Morcegos, na ativa desde 1988, tem muita história na cena metal nordestina, tendo se apresentado por quase todo o Brasil. Com inúmeros lançamentos entre vinis, k7s, CDs e participações em várias coletâneas, o Morcegos é um patrimônio do rock alagoano. Fecham o festival com chave de ouro!
Exposições, debates, palestras e oficinas:
Não só de música é feito o Festival Maionese. Nos dias de shows acontecerão exposições fotográficas e artisticas no Armazém Uzina. Já entre os dias 10 a 12/05 será realizado ciclo de palestras e debates, com entrada gratuita. Em breve anunciaremos no site da Popfuzz mais detalhes sobre os temas, local e horário do ciclo de palestras.
Campanhas:
Maionese Q.I: Assim como ocorreu ano passado, em 2011 o público também poderá escolher uma banda para abrir um dos dias de shows do Maionese. Se ano passado a Bonança e a Imprensa Anônima aproveitaram essa oportunidade, desta vez pode ser a sua banda (ou a dos seus amigos) a tocar no dia 14/05 no maior evento de cultura alternativa do estado. Para concorrer, basta inscrever sua banda no tópico da campanha na comunidade do Orkut Popfuzz Coletivo e fazer campanha quando a enquete for aberta. As inscrições vão até o dia 20/04!
Cobertura Colaborativa: Outra campanha lançada é a Cobertura Colaborativa, onde os comunicadores interessados (não necessariamente jornalistas) podem se cadastrar para cobrir o festival e elaborar materiais para o mesmo, com textos, vídeos, fotos, áudio. Para participar é só mandar email para popfuzz.cultural@gmail.com com o titulo ‘Cobertura Colaborativa’, contendo seus dados e uma breve explicação sobre sua forma de participação na cobertura.
Agora que você já sabe tudo sobre o Festival Maionese 2011 não tem como ficar de fora dessa festa. O maior festival de música independente de Alagoas cresce a cada ano e espera que o público alagoano esteja cada vez mais próximo, participando como espectador, colaborador ou realizador de cultura independente no estado. Nos vemos lá! É rock!
O quê: Festival Maionese 2011
Onde: Armazém Uzina, Jaraguá
Quando: Dias 13 e 14 de maio
Quanto:
Antecipado: R$ 20,00 (os dois dias); R$ 12,00 (um dia);
Na hora: R$ 15,00
Pontos de venda:
- Compra antecipada por e-mail:
Você poderá comprar o seu ingresso através do email festivalmaionese@gmail.com, seguindo essas instruções:
1. Envie um e-mail com o título “Ingresso Maionese 2011” contendo Nome, RG e telefone do responsável pela compra, e informando a quantidade de ingressos referentes a cada dia do festival que deseja adquirir.
2. Em seguida, responderemos o email com informações sobre a conta bancária a ser feito o depósito com o valor da compra.
3. Efetuado o depósito, envie o comprovante em anexo através do mesmo e-mail.
4. Por fim, enviaremos um código para retirada dos ingressos diretamente na bilheteria do festival.
5. No dia do evento, o responsável pela compra, mediante apresentação do código fornecido e documento de indentificação, poderá retirar os ingressos na bilheteria do festival.
6. Agora é só curtir o show!
- Em breve divulgaremos novos pontos de venda!
Formação atual dos caras, com Ricardo Lagarto – bateria e Júlio Cavalcante – baixo
O lançamento n° 12 da POPFUZZ RECORDS (veja aqui o catálogo completo) marca um momento histórico para o selo: pela primeira vez o material lançado não é de autoria de nenhum membro desta gangue alagoana. Evergreen é dos paulistanos da Sin Ayuda – Diego Xavier – guitarra e voz, Gustavo Athayde – baixo e voz, Lucas Mercial – guitarra e programações, Mario Gascó – bateria e Vinicius Pacheco – violão e voz – banda surgida em 2010 da fusão entre o projeto “roman’s field” (www.myspace.com/romatrip) e a banda Elísio (www.tramavirtual.com.br/elisio). Com foco nas melodias, psicodelismo, folk, rock, barulho e ambiência, toma aí: EVERGREEN! .
A abertura fica a cargo de Changes, nessa intro você tenta prever o EP: texturas, música ambiente com kick tipo o Ambient Works do Aphex, um pouco de noise, será que tem vocal? Daí vem a surpresa! A música se transforma em um folk-ambient-psicodélico com uma pegada vintage e um vocal sublimamente melódico. O caráter orgánico do diálogo violão + pads cria um climão soturno mostrando que a música ambiente sempre faz ótimas parceirias com o pop. Em seguida, a riffada Country House nos confirma que é de bons riffs que vive o rock. Na pegada mais enérgica do EP, o Riff segura os versos, os vocais ficam mais agressivos, a guitarra pega ar e tudo isso desemboca num refrão que quebra a música no meio com um bending lascivo. A proposta experimental + pop retorna em Chuva, pequena peça low-fi-psicodélica montada num sampler de chuva com todo charme das songs that are less than one minute low-fi GBV way of rock! Essas pequenas faixas têm o poder de ligar dinamicamente um álbum e é o que ela faz trazendo a última faixa. Acústica, com um belo lance de vocais, algumas gramas de reverb e ambiência, Again fecha Evergreen, um EP que abre com ambient dance e fecha com folk low-fi sem necessariamente te levar de um lugar para o outro, faz você estar em todos ao mesmo tempo. – Marcos Cajueiro
Você também pode adquir uma cópia do disco físico através da Banquinha Popfuzz ou fazendo um pedido através do e-mail: popfuzzdistro@gmail.com
@sinayuda no @GavetaoEstudio
Sin Ayuda Online
http://tramavirtual.uol.com.br/sin_ayuda
@sinayuda
Lembram do programa “Dia de Princesa”? que passava no SBT apresentado pelo Netinho do Negritude Jr? Pois então, a Popfuzz e a Läjä Rex resolveram dar uma revigorada nesse grande sucesso de crítica da TV Brasileira para realizar a promoção “Dia de Merda”.
Mas nem se anime, ninguém vai te maquiar, cortar seu cabelo ou te dar roupa nova. Vamos simplesmente te oferecer a oportunidade de passar um maravilhoso dia na praia com o Conjunto de Música Jovem Merda, que toca no Festival Maionese 2011! Nas palavras do glorioso empresário do ramo de música rock Fábio Mozine, dono da Laja Rex e integrante da banda: “será um dia de muita cachaça, farofa, caranguejo e merdas com a galera do merda”. Mal sabe ele que a vibe alagoana é siri.
Mas nem se anime de novo, o vencedor vai ter de rachar a cerveja, tiragosto e levar a banda até a praia no dia 15/05. Na verdade e essa promoção é só uma armada da Popfuzz pra arrumar alguém que leve o Merda pra passear um dia depois do show deles no Maionese, por que nós, da Popfuzz, estaremos muito cansados pra levar esses capixabas pro Francês, Guaxuma, Barra de São Miguel ou seja lá a praia escolhida.
Pra participar é só mandar uma frase boladona aí nos comentários explicando por que você quer passar um Dia de Merda! A melhor frase será escolhida como melhor frase, mas o vencedor será escolhido de acordo com a vontade sem critério da Popfuzz e do Merda! Confira adiante o regulamento completo da promoção!
REGULAMENTO – PROMOÇÃO “DIA DE MERDA”
1. Uma sensacional tarde com os 3 integrantes do conjunto de música jovem Merda na praia do Francês (ou outra, sei lá), em Maceió – AL, no dia 15 de maio, domingo!
2. Promoção válida apenas para maiores de 18 anos, ou menores acompanhados pelos pais ou que apresentarem carteirinha de estudante falsificada.
3. É proibido contato físico com os integrantes do conjunto de musica jovem Merda, tais como: olhares prolongados, espirros, aperto de mão, abraço, beijos (no rosto e de língua) e conjunção carnal que é conhecida entre os jovens como “SEXO”.
4. Kit Camarim do Merda para participar da promoção – R$ 600,00:
1 short azul do Conjunto de musica jovem Merda
1 short preto do Conjunto de musica jovem Merda
5 CDs do Conjunto de musica jovem Merda
1 DVD do Conjunto de musica jovem Merda
1 livro do Conjunto de musica jovem Merda
1 munhequeira do Conjunto de musica jovem Merda
1 adesivo do conjunto de musica jovem Merda
1 boné vermelho do Conjunto de musica jovem Merda
1 boné preto do Conjunto de musica jovem Merda
1 moleton do Conjunto de musica jovem Merda
1 camisa da tour do Conjunto de musica jovem Merda
1 camisa antiga do Conjunto de musica jovem Merda
2 seringas descartáveis
5. Não nos responsabilizamos por coma alcoólico, tendo o participante que pagar multa de 150 UFIRs e despesas com SAMU.
6. Não nos responsabilizamos pela contração de óbito, sendo os familiares do cadáver os responsáveis pela remoção e sepultamento.
7. Fotos:
R$ 1,00 digital
R$ 5,00 filme
R$ 10,00 polaroid
R$ 15,00 digital com efeito de Polaroid gerada pelo programa hipster “INSTAGRAM”
8. O participante da promoção deve permanecer pelo menos 30 cm distante dos integrantes do Merda ao tirar as fotos.
9. TODAS AS DESPESAS com bebidas e petiscos são por conta dos participantes, assim como as despesas dos integrantes do conjunto de musica jovem Merda.
10. Caso você fique bêbado, automaticamente teremos o direito de postar suas fotos na rede social de computadores conhecida como “ORKUT”.
A Noite Fora do Eixo segue sua série de shows semanais, sempre com a presença de apresentações de qualidade, trazendo bandas de fora da cidade e do estado mas sem esquecer das bandas locais, que estão sempre presente. No próximo sábado, o Orákulo é do $ifrão, da Hazamat e da SeuZé, mostrando seus sons autorais e diversificados. A partir das 23h, por 10 reais, você pode curtir seu sábado na garantia de um bom show.

A $ifrão é bem conhecida pelo público de Maceió. Eles vêm tocando seu pop rock autoral limpo e radiofônico desde 1997, reunindo um público cativo desde então. A banda, com tanto tempo de estrada, já tem uma discografia vasta, com seis discos autorais desde a sua estreia, incluindo um ao vivo e um disco recém-lançado chamado “Eu Vou Te Procurar”.

Vindo de Natal, a banda SeuZé chega mostrando suas diversas influências, que vão da MPB ao rock britânico. A banda foi formada em 2003 e lançou seu primeiro registro em 2005, o Festival do Desconcerto, lançado pelo selo Mudernage Diskos. Hoje a banda já está no seu quarto disco, que foi lançado no fim do ano passado, intitulado A Comédia Humana. A SeuZé é figura certa em diversos festivais de música independente do Nordeste, como o DoSol, em Natal e a Feira da Música, no Ceará, além de já ter concorrido a prêmios como o Hangar e o Rock Potiguar.

Já de um pouco mais perto de Maceió vem a Hazamat, diretamente de João Pessoa. A banda faz um som também cheio de influências diversas, combinando melodia vocal, cantado em português com uma técnica instrumental, marcada pela guitarra. A Hazamat já tem dois anos da existência e anda atualmente mostrando pelo país seu trabalho maduro e ousado.
Mais uma vez, a Noite Fora do Eixo no Orákulo traz ao público de Maceió um show interessante e de qualidade, com uma diversidade sonora para vários paladares. Então, não perca no próximo sábado no Orákulo, a partir das 23h, por 10 reais!
Para conhecer:
http://tnb.art.br/rede/sifrao
www.seuze.net
www.myspace.com/hazamat
Serviço:
O que: NOITE FORA DO EIXO com: $ifrão, Hazamat (PB) e SeuZé (RN)
Onde: Orákulo Chopperia.
Quando: Sábado, dia 16 de Abril, 23 horas.
Valor: R$10,00
Contato: Caíque Guimarães 8709-9884 / 9925-9684
Em tempos de web 2.0 as pessoas reclamam cada vez mais espaço na realização dos eventos culturais. Seja na divulgação, seja na escolha das bandas, a participação do público é fundamental, especialmente quando se trata de eventos independentes. O Festival Maionese, assim como os outros eventos produzidos pela Popfuzz, carrega consigo esse espírito de ser – mais que uma mera vitrine da produção musical independente alagoana – uma ampla reunião de todos que tem no alternativo um meio de vida, do qual fanzineiros, músicos, bloggers, designers, fashionistas, desajustados, alcoolistas e até mesmo você, twitteiro, fazemos parte da mesma rede de pessoas interessados no que ainda há de bom e verdadeiro na(s) arte(s).
É pensando nisso que através dos anos a equipe por trás do Maionese busca integrar de forma cada vez mais completa o público ao festival. Este ano a Popfuzz realizará três campanhas com esse objetivo.
Assim como ocorreu ano passado, este ano o público também poderá escolher uma banda que abrirá a maratona de shows do Maionese. Se ano passado a Bonança e a Imprensa Anônima aproveitaram essa oportunidade, desta vez pode ser a sua ban
da (ou a dos seus amigos) a tocar no dia 14 de maio no maior evento de cultura alternativa do estado. Para isso basta inscrever sua banda no tópico na comunidade Popfuzz Coletivo e fazer campanha quando a enquete for aberta. Mesmo que sua banda não seja a escolhida, ainda assim é uma boa oportunidade pra divulgá-la, aumentando a probabilidade dela ser escolhida pra outros eventos.
Estampe Aí
Os designers e ilustradores profissionais ou amadores podem dar sua sugestão para a camiseta oficial do Maionese 2011. O vencedor terá sua estampa impressa na camisetas usadas pela Popfuzz e vendidas no evento pela banquinha da Popfuzz. Pra participar é só enviar a sua estampa para popfuzz.cultural@gmail.com até o dia 30/04 que a gente escolhe a melhor (coloca Estampe Aí no assunto do email pra gente saber o que é, e no corpo do email coloca seus dados pra contato). Se a sua for a escolhida, além da sua estampa ser utilizada nas camisas, você ainda ganha passe livre pros dois dias pra curtir os shows do Maionese.
Cobertura Colaborativa
Seguindo essa vibe também acontece a cobertura colaborativa uma forma de construir colaborativamente a divulgação e acompanhamento do evento através de textos, fotos, arquivos de vídeo e de áudio, produzidos por comunicadores (que não necessariamente sejam jornalistas, mas qualquer pessoa interessada em contribuir para o sucesso do festival). Pra participar é só enviar currículo resumido com trabalhos anteriores anexados/linkados para o popfuzz.cultural@gmail.com não esquecendo de colocar ‘Cobertura Colaborativa’ o assunto do email pra facilitar pra gente até o dia 30/04 também.
O projeto Noites Fora do Eixo Maceió, realizado pelo Coletivo Popfuzz e Acaz Produtora, traz mais uma vez o melhor da música independente para o público alagoano. Desta vez o som fica por conta da alagoana Morra Tentando – fazendo seu show de despedida – e da sergipana The Jezebels. O evento acontece no próximo sábado (09 de Abril), no Orákulo Chopperia, a partir das 23h.

Muito conhecida e respeitada na cena alagoana, a banda Morra Tentando faz sua despedida dos palcos em grande estilo nesta Noite Fora do Eixo. Criada nos idos de 2005, a banda está saindo de cena por causa da mudança do baixista Daniel para a cidade de São Paulo. Com seu hardcore repleto de boas influências, Morra Tentando é composta por J.Marcelo (voz), Fabian (guitarra), Daniel Hogrefe (baixo) e Buzugo Marley (bateria).

A grande atração da noite é a sergipana The Jezebels. Composta por Daniela Rodrigues (vocais e guitarra), Paloma Marques (bateria e vocais) e Fábio Barros (baixo e vocais), eles vêm pela primeira vez a Maceió com seu punk rock de influências como Ramones, Blondie e Runaways.
Então não se esqueçam, sábado (09) têm mais uma Noite Fora-do-Eixo Maceió no Orákulo Chopperia, a partir das 23h, com muita música independente. Esperamos vocês por lá!
Quer tocar nas Noites Fora do Eixo – Maceió? Faça sua inscrição no portal Toque no Brasil!
Pra conhecer:
www.myspace.com/morratentando
http://www.myspace.com/jezebelsrock
Serviço:
O que: NOITE FORA DO EIXO com: Morra Tentando e The Jezebels (SE)
Onde: Orákulo Chopperia.
Quando: Sábado, dia 09 de Abril, 23 horas.
Valor: R$10,00
Contato: Caíque Guimarães 8709-9884 / 9925-9684
Neste sábado, dia 2 de abril, a próxima Noite Fora do Eixo traz mais um grande show de música independente aos palcos do Orákulo Chopperia. A banda recifense Epcos juntamente com a consagrada local Dad Fucked and The Mad Skunks e DJ Mar Lombrando vão transformar o sábado no dia mais animado do seu fim de semana.
A banda Epcos vem da capital pernambucana e já tem dois anos de estrada. O trio vem tocando desde então em festivais de música independente e no ano passado fez uma turnê por todo estado de São Paulo. A Epcos faz um som instrumental cheio de improvisações e toques psicodélicos, transitando por muitas fronteiras estilísticas. A banda tem um show intenso e promete uma apresentação memorável para o público maceioense.
Epcos – Expresso Dinamite by nandobgm
No meio de sua mini-turnê por capitais nordestinas, a boa e velha Dad Fucked and The Mad Skunks chega com seu ska-core colocando todo mundo pra curtir, dançar e até moshear. O septeto, que já tem 8 anos nas costas, é uma velha conhecida da cena de Maceió e desde 2009 vêm adicionando à sua já conhecida mistura de ska e hardcore, sons como reggae, dub e ragga.
(por João Schwartz)
Dad Fucked and the Mad Skunks – Capitain Diner by nandobgmAlém de tudo isso, a noite conta com a presença do DJ Mar Lombrando tocando o melhor da música alternativa e independente pra ninguém perder o pique. Produzido pelo Coletivo Popfuzz em parceria com Acaz Produtora, a Noite Fora do Eixo traz o sábado mais animado, interessante e diversificado de Maceió. Não perca nesse próximo sábado, a partir das 23h no Orákulo Chopperia!
Quer tocar nas Noites Fora do Eixo – Maceió? Faça sua inscrição aqui.
Pra conhecer:
http://www.myspace.com/bandaepcos
http://www.myspace.com/dadfuckedandthemadskunks
Serviço:
O que: NOITE FORA DO EIXO com: Dad Fucked and the Mad Skunks e Epcos (PE).
Onde: Orákulo Chopperia.
Quando: Sábado, dia 2 de Abril, 23 horas.
Valor: R$10,00
Contato: Caíque Guimarães 8709-9884 / 9925-9684
O projeto Noites Fora do Eixo Maceió, realizado pelo Coletivo Popfuzz e Acaz Produtora, traz mais uma vez o melhor da música independente para o público alagoano. Desta vez as bandas responsáveis por mandarem o som na festa são: Duvet, Adama Roots e os Pernambucanos do Gandharva. O evento acontece no próximo sábado (26 de março), no Orákulo Chopperia, a partir das 23h.
A primeira banda a subir no palco será a maceioense Duvet, power trio que faz um indie rock suave e ao mesmo tempo pop, com um belo vocal feminino. A Duvet começou em 2008 com a intenção de ser uma banda autoral, e tem o rock como ponto comum no seu estilo. Composta por Fabi Gomes (guitarra e vocal), Lucas Novaes (baixo) e Dudu Batalha (bateria), eles prometem fazer um belo show para o público presente.

Diretamente de Recife/PE, a Gandharva é a astração de fora de Alagoas dessa noite. Os caras fazem um rock alternativo recheado de guitarras distorcidas, por vezes remetendo ao Foo Fighters e por outras a uma espécie de Queens of the Stone Age mais leve. A banda tem dois EPs lançados e é composta por Diogo Pontes (guitarra e voz), Iuri Brainer (guitarra e voz), Thiago Alves (bateria), Felipe Marenas (baixo).

Fechando a noite, muito reggae com o já conhecido do público alagoano Adama Roots. A banda tem grande destaque na noite maceioense, já tendo se apresentado em vários festivais regueiros em toda Alagoas e em outros Estados do Nordeste. Eles já tocaram com grandes nomes do reggae, como Ponto de equilíbrio, Planta e Raiz, Natiruts, Tribo de Jah, entre outros. O som dos caras remete a bandas da nova safra regueira como Groundation e SOJA. Adama Roots é formada por Abdon Neto (guitarra e voz), Rafa Honoratto (guitarra), Alexandre Modesto (teclado), Alex Campos (baixo), Pedro Soares (percussão e voz) Henrique Cardeal (guitarra) e Rodrigo Negão (bateria).
Então não se esqueçam, sábado (26) têm mais uma Noite Fora-do-Eixo Maceió no Orákulo Chopperia, a partir das 23h, com muita música independente. Esperamos vocês por lá!
Quer tocar nas Noites Fora do Eixo – Maceió? Faça sua inscrição no portal Toque no Brasil!
Depois do sucesso da primeira Noite Fora-do-Eixo, realizada no último sábado (12), o coletivo Popfuzz e a Acaz Produtora trazem nesse sábado (19) as bandas Candeias Rock City (PE), Eek e Clandestinos. O evento acontece no Orákulo Chopperia, no bairro de Jaraguá, a partir das 23h.
Representando o Rap alagoano, Os Clandestinos sobem ao palco para agitar todos os presentes. Na ativa desde 2005, os Mc’s Raboo, Bah B e o Dj ASB mostram toda a força do Rap da capital, com rimas afiadas, batida certeira e muita personalidade. Vai ser difícil não se mexer ao som do hip hop.
Os maceioenses da Eek estão em ótima fase, os caras acabaram de se apresentar nas edições do festival Grito Rock de Natal, João Pessoa e Maceió. Não bastasse a agenda cheia de shows, eles acabaram de ganhar o prêmio Uirapuru de música brasileira da revista O Dilúvio, na categoria “Melhor disco de 2010 – voto do público”, com seu CD de estréia “Fantasia de equilibrista”. Conhecida do público local, a Eek promete executar muito bem seu Rock alternativo com aquela pitada blueszeira.
De volta a Maceió pela segunda vez, o Candeias Rock City promete repetir (ou superar) sua devastadora apresentação feita no ano passado na cidade. Contando com toda a atitude performática de seu andrógino vocalista Johnny Hooker e os rockeirissimos instrumentistas do bairro de Candeias (que fica em Jaboatão dos Guararapes, na grande Recife) os rapazes irão colocar todo mundo pra dançar. O Candeias Rock City é Glam Rock dos bons, aquele do T-Rex, do Sweet, do Bowie, ou seja, diversão garantida.
O recado está dado, é só comparecer no sábado (19), a partir das 23h, no Órakulo Chopperia e conferir de perto o que melhor está sendo feito na música independente local e nacional. Noite Fora-do-Eixo Maceió, circulando cultura independente nas suas noites de sábado.
Você que tem uma banda e sentiu vontade de participar das Noites Fora do Eixo – Maceió, poderá fazer sua inscrição no portal Toque no Brasil (http://toquenobrasil.com.br/).
Serviço:
O que: NOITE FORA DO EIXO com: Clandestinos, Candeias Rock City (PE) e Eek.
Onde: Orákulo Chopperia.
Quando: Sábado, dia 19 de Março, 23 horas.
Valor: R$10,00
Contato: Caíque Guimarães 8709-9884 / 9925-9684
O Compacto.Rec