web analytics

ENTREVISTA SIN AYUDA: O Barco do rock lo-fi

Rodolfo Lima

Coletivo Popfuzz

Punks, grunges, garages e indies desse Brasilzão. Hoje é dia de lançamento na Popfuzz Records. Sim, os rapazes paulistanos do Sin Ayuda, estão com disco novo na praça como vocês bem sabem. Lançado oficialmente na segunda-feira (07), para download exclusivo no site da tramavirtual, agora chegou a hora de Boat EP constar de vez aqui no site da Popfuzz. Com isso, eu fiz uma agradável entrevista com Vinicius Pacheco e Diego Xavier, dois bons delinquentes do Sin Ayuda.

Leia mais

BATE PAPO PSICODELICO COM MARCELO CABRAL: Quadrinhos: O Hulk peidado




Por Rodolfo Lima

Coletivo Popfuzz

Dando inicio a mais uma coluna nesta bagaça aqui, resolvi pegar músicos, amigos ou não, para falar sobre algo que não tenha a ver com música. Porque não falarmos sobre comida? cinema? jardinagem? pornografia? Tudo isso a base de muita psicodelia. Leia Mais

POPFUZZ ENTREVISTA FOXY TRIO: Rock até a tampa.


Por Rodolfo Lima
Coletivo Popfuzz

Olá queridos galerosos, como vão? Estou eu aqui, nessa bela quarta-feira que antecede a semana santa (feriado é pra beber), para trazer pra vocês a entrevista bem jóia que eu fiz com o bastante talentoso, Thiago Gadelha, guitarrista e vocalista da banda Foxy Trio, de Olinda (PE). Além de eximio frontman do Foxy Trio, Gadeha também é guitarrista da Team.Radio, banda que você já conheceu aqui pela entrevista que fiz com Roberto Kramer (aqui). Como as duas bandas do Thiago foram lançadas pela Popfuzz, nada mais justo do que ele me responder algumas perguntas sobre a Foxy Trio, que lançou o ótimo She’s deaf, but she love’s dancing, ainda no mês passado. Confere abaixo que tá mara a entrevista: Leia Mais

ENTREVISTA TEAM.RADIO: Conheça a melodia tempestuosa

                                                                                                                                por Rodolfo Lima

Coletivo Popfuzz

Fala, galeroso! O single Stormy Melodies, dos pernambucanos da Team.Radio, foi um dos grandes lançamentos da Popfuzz Records em março. A música teve a companhia de um belo clipe e fez um bafafá na cena independente nacional. Por esses e outros motivos, resolvi fazer uma entrevista com um dos membros da Team.Radio, Roberto Kramer, para saber mais sobre o presente, futuro e passado do grupo. Confere aê o bate papo: Leia Mais

Popfuzz entrevista Single Parents: Rock sem descanso


Por Rodolfo Lima

Coletivo Popfuzz

Senhoras, senhores, colegas, amigos do primo (principalmente), vamos todos conferir a bela entrevista que eu fiz com o Fernando Dotta, vocalista e guitarrista da banda Single Parents. Os caras acabaram de lançar o CD Unrest pela Popfuzz Records, em conjunto com a Balaclava Records, e estão fazendo um grande burburinho na cena indie nacional. Sem mais delongas, vamos conhecer um pouco sobre essa banda paulistana através da entrevista marota logo abaixo. Enjoy it: Leia Mais

Música para dançar e pensar

por Morena Melo

Cobertura Colaborativa Grito Rock Maceió 2012

Eles se apresentam como uma banda nascida de uma fusão entre música, filosofia e baixarias; a liga deu certo e tem agradado público e crítica por onde passa. A banda Alaidenegão se apresentou na sexta-feira (10) no Grito Rock Maceió, nasceu no Amazonas, e já tocou em Roraima, no Pará e em Pernambuco. Nos próximos dias 16, 19 e 24 eles se apresentam nos Gritos Rock de Quixadá (CE), Cajazeiras (PB) e Vitória da Conquista (BA), respectivamente. Leia Mais

Seja Rockista ou Morra Tentando

por Rodolfo Lima

Coletivo Popfuzz

Dando continuidade as nossas entrevistas com bandas que vão se apresentar no Grito Rock Alagoas 2012, eu entrevistei meu chapa, José Luiz, o Buzugo para ele falar um pouco sobre a sua banda de hardcore Morra tentando que se apresenta no Grito Rock Palmeira dos Índios. Então apresento-vos o rock doido da Morra Tentando. Leia Mais

Mistura cosmopolita direto de Paulo Afonso.

por Morena Melo

Cobertura Colaborativa Grito Rock Maceió 2012

Os Nelsons fundem funk, rock, dub e samba; compõem a greggaetoneração que foge dos rótulos e prometem um show instigadíssimo no Grito Rock.

A banda formada há um ano em Paulo Afonso/BA aposta na união de gêneros para criar um som que dificilmente se definiria sob um rótulo único. Flertando com reggaeton, funk, rock e samba, Os Nelsons se apresentam sexta-feira (10) no Grito Rock Maceió, sábado (11) no Grito Rock Arapiraca e em Março no Grito Rock de Floresta, Pernambuco. Os meninos que curiosamente encaixam Nelson em seus nomes nos falaram sobre a cena independente de sua cidade natal Paulo Afonso, os planos para 2012, experimentações sonoras e muito mais. Confira! Leia Mais

Coletivizando em Palmeira.

Entrevista: Kayê e Smhir

E de Palmeira dos Índios vem o Coletivo Escarcéu, prometendo dar uma sacudida na cena cultural da cidade. A iniciativa surgiu de pessoas já envolvidas com a cultura independente na forma de bandas, zines, entre outras coisas. Eles, em parceria com o Coletivo Popfuzz, estão produzindo o primeiro Grito Rock em Palmeira dos Indios e nós tivemos uma conversa com Tiago Rodrigues, via e-mail, pra saber  o que tá rolando agora e o que pode vir pela frente. Se liguem! Leia Mais

Entrevista com a Neon Night Riders

Confira abaixo a entrevista que eu realizei via email com os rapazes da Neon Night Riders. Saiba como estão os ânimos dos caras para o show no dia 13/05 no Festival Maionese, as novidades sobre a banda e outras coisas mais. Vai coquinha, vai fantinha, conta:

Por: Rodolfo Lima

Coletivo Popfuzz

 

 

RL – E ai, rapazes, depois de mais de dois anos sem tocar em Maceió, como é que andam as expectativas para o Maionese?

(NEON) A gente ta com uma expectativa muito boa pro Maionese desse ano. Vai ser muito bom poder voltar a tocar em Maceió depois de tanto tempo.

 

RL – Explica um pouco pra o pessoal que não sabe como rolou essa ida a São Paulo, ol ance da Piraquara e etc.

(NEON) A gente recebeu um convite para gravar em Santo Ándre pela Piraquara Records. O custo da Gravação foi dividido entre a gente e eles. Nós gravamos 10 músicas que saíram no Neon Album e decidimos vir morar por aqui. A decisão de vir pra São Paulo não foi somente pela banda, mas também por objetivos profissionais e talz. Desde então estamos tentando conciliar os dois lados, trabalhando e tentando tocar também.

 

RL – Quantos shows vocês fizeram por ai? Podem citar?

(NEON) Ao todo foram 4 shows. Tocamos no Berlin, no Outs, na Funhouse e no RockersClub. Além disso a gente ta fechando algumas datas para depois do Maionese.

 

RL – Vocês lançaram o disco primeiramente pela Popfuzz e depois relançaram virtualmente pela sinewave. Como foi essa experiência com os dois e quais foram as vantagens de terem lançado por ambos?

(NEON) Os dois tiveram grande importância pra gente. A Popfuzz foi o selo onde a Neon surgiu e todo apoio que a gente recebeu foi muito bom pra nós. O lançamento na Sinewave talvez tenha tido uma repercussão maior e nos rendeu algumas boas aparições em diversos blogs de música.

 

RL – Essa presença constante em tudo quanto é blog nacional e até em alguns gringos pegou vocês de surpresa? Ou tinham uma certa noção que ia acontecer?

(NEON) Foi uma surpresa pra gente ver o nosso cd sendo comentado e recomendado em diversos blogs.Tivemos algumas aparições em blogs gringos e nem imaginávamos que teria essa repercussão.

 

RL – Novidades da banda! A gente aqui longe não sabe direito como anda a banda! Tem música nova? Como andam as novas composições?

(NEON) A gente teve um ano bem parado e estamos retomando os trabalhos agora. Temos alguns projetos e musicas novas e estamos trabalhando neles pra apresentar no Maionese desse ano.

 

RL – São Paulo tem influenciado na maneira de escrever?

(NEON) Na verdade não muito. É natural que uma cidade nova provoque mudanças, mas acho que isso não influenciou muito na nossa forma de compor.

 

RL – Tales Maia (My midi) ta dividindo apartamento com vocês. E ai, vai rolar alguma participação dele em algum projeto de vocês?

(NEON) Ele tem nos ajudado em algumas ideias, mas a gente ainda não tem nada planejado por enquanto.

 

RL – O caíque (bad rec) até hoje reivindica, toda vez que tem oportunidade, a letra de Blank Screen. E o Marcos (My midi) acha que merecia mais citações por ter escolhido o nome da banda. E agora? Se defendam…

(NEON) hahahaha..Blank Screen foi uma letra que o Jorg cedeu pra gente. Nós fizemos algumas modificações pra encaixar na música. O nome da banda surgiu de uma conversa minha com o Marquinhos, então de certa forma ele também merece os créditos pelo nome também =]

 

RL – Deixem aqui um recado para a galera (e tem bastante gente mesmo) que ta louca pra ver o show de vocês…

(NEON) A gente ta empolgado pra tocar em Maceió e esperamos que seja um ótimo show. O line up do Festival ta foda e a gente espera que a galera compareça pesadamente!!

Belt: a banda ganhadora do Maionese Q.I. 2011

Através de votação via orkut, tivemos no último dia 30 a vencedora do QI do Maionese 2011: Belt. Banda jovem e já bem conhecida do público alagoano, ela abre o segundo dia do festival (14/05). Via MSN, conversei nesta segunda-feira (02/05) com Jorge Lima, guitarrista da banda, que estava na companhia do Cláudio (vocal/guitarra) e juntos responderam as perguntas que resultaram na entrevista que você vê abaixo:

 

Gabriel Passos – Vamos começar de uma forma bem clichê mesmo. Quem é a Belt e qual a sua história?

Jorge e Cláudio – A Belt é Cláudio (Gordo) nos vocais e guitarra, Jorge na guitarra, Kobe (Tomás) no baixo, Guilherme nos teclados e Felipe (Lip) na bateria. O projeto da banda foi iniciado quando eu (Jorge) e o Gordo nos conhecemos nos tempos de colégio, e nos juntamos pra fazer músicas próprias. Depois fomos conhecendo pessoas que gostaram do nosso trabalho e resolveram se juntar a nós. Depois de algumas mudanças na formaçao, essa é aBelt.

GP – Qual a origem do nome “Belt” ?

J/C – Nós pegamos as iniciais de pessoas que nos apoiaram muito no inicio da banda, que estavam sempre nos ensaios e tal. Bruna, Estranho, Laura e Thamires - BELT.

GP – Como vocês classificam o som da banda? Quais são as maiores influências?

J/C – Cara, essa é difícil… A gente classifica apenas como rock, mas nao seguimos um estilo definido. A gente prefere nao ficar presos a um rótulo pra fazer musica. Simplesmente criamos. Quanto às maiores influencias, decididamente Fall Out Boy e Blink 182, mas a gente coloca na musica referencias do que a gente costuma ouvir, independente de ser Maria Rita, AC/DC ou Fresno. De uma forma mais simples, tudo o que a gente gosta serve de influência.

 

GP – Como é o processo de composições de vocês? Quem compõe?

J/C – As composiçoes são minhas e do Gordo. Geralmente acontece assim: Um dos dois vem com um trecho de melodia, mostra pra o outro e, se nós dois curtirmos, trabalhamos juntos na musica.

GP – No mês passado vocês disponibilizaram um trecho de “Nociva”, música nova que vocês estão gravando. O que está vindo por aí e como andam as gravações?

J/C – Pretendemos continuar as gravações nesses próximos meses para lançar um EP com 5 ou 6 músicas e também, se possível, fazer um show de divulgação. Semana que vem, inclusive, estaremos gravando mais uma música.

GP – Vocês acabaram de ganhar o QI e tocarão no segundo dia do Maionese 2011. O que esperam do festival?

J/C – Estamos muito empolgados com esse evento, já faz um tempo que queríamos tocar no Maionese, e essa oportunidade surgiu agora. Esperamos fazer um ótimo show.

Para conferir o som da banda é só acessar o MySpace deles. E, claro, comparecer ao Maionese 2011 e sacar ao vivo. Long live to rock n’ roll! =)

Gabriel Passos

Uma bela entrevista com o Conjunto de Música Rock Merda

Rodolfo Lima

Coletivo Popfuzz

Pra deixar vocês já em ponto de bala para um dos shows mais aguardados do Maionese, tai a entrevista que eu fiz com o digníssimo senhor Fábio Mozine, guitarrista e vocalista do Conjunto de Música Rock Merda, que se apresenta no segundo dia do festival (14 de maio).

Mesmo eles pedindo pra não chamar o Merda pra tocar a gente chamou e pior, eles aceitaram. Saca ae, boy:

 

 

Entrevista com Fábio Mozine, guitarrista e vocalista do Merda.

 

RL – Fala um pouco sobre a história da banda, como surgiu e porque sentiram vontade de fazer um projeto que supostamente só iria gravar.

 

MOZINE – Surgiu da vontade de tocar guitarra (eu toco baixo nas outras bandas), na época do paulista tocar bateria e de fazer uma banda com meu amigo Japones, ele gosta muito de mim, e queria tocar comigo pra ficar bem perto de mim mais tempo.

 

RL – Lembro que há uns anos atrás era impossível ir a um show de punk
rock aqui em Maceió e não ter pelo menos umas 10 pessoas com camisa ou boné do
Merda. Vocês sempre capricharam no merchandising da banda, de onde vem o
cuidado nessa área?

 

MOZINE – Começou de zoeira mesmo, por achar engraçado pessoas usando roupas escrito merda, e porque, modesta e sinceramente, esse logotipo é foda, puta que pariu, muitas pessoas aqui no ES e em outros lugares usam o merch sem conhecer a banda.

 

RL – Vocês são de Vila Velha, que há um tempo virou sinônimo de
hardcore no Brasil. Existia uma cena punk na cidade antes de vocês (Merda,
Mukeka etc.) ou foram vocês mesmos os precursores?

 

MOZINE – Existia, mas de forma obscura, digo isso porque, você mesmo, que esta ai envolvido com varias paradas do hc, não conhece, imagina o grande publico ai num geral que não busca informação.  Mas acho que foi a gente mesmo que levou o nome da cidade e não as bandas que existiam antes.  De vila velha mesmo eu destaco o Harmonia Turbulenta.  Na grande Vitória, existiam outras bandas mais antigas como o Ferida Exposta.

 

RL – Na turnê européia
com o Leptospirose vocês passaram por uma experiência bem desagradável,
retratada no livro “Guitarra e ossos quebrados” e no filme “Broken brazilian
bones”. Fala um pouco sobre o acidente pra quem não teve chance de ler ou
assistir ainda…

 

MOZINE – Filme horrível e triste por sinal.  No sétimo ou oitavo show, numa manha com uma neblina digna de filme de terror, nosso motorista bateu na traseira de um caminhão parado na auto-estrada.  Todos se machucaram, sendo que Binho Miranda ficou preso as ferragens e eu num movimento do acidente quebrei uma vértebra no pescoço.  Por milagre Binho não perdeu seus pezinhos e por outro milagre maior ainda eu não tendo que ditar a resposta desse email aqui pra você, pois eu deveria estar deitado numa cama agora, igual à Aline Moraes naquela novela, mulher bonita demais.

 

RL – Sei que você já deve ter respondido essa pergunta mil vezes, mas
conta ai como foi à experiência como escritor com o livro “Una Gira em
Sudamerica com o conjunto de música rock merda”, que foi lançado pela o seu
selo, Läjä Records? Você sempre se amarrou em literatura?

 

MOZINE – Na verdade eu nem gosto de literatura e desde a época da escola que eu não tenho lido mais, porque não tem nenhuma professora me obrigando, mas até estou tentando voltar a ler, só pra não pegar mal e escrever uns livros e não ler, e porque eu quero escrever mais, falando nisso, já tem outro escrito, bem no esquema do primeiro, se chama cordel do fogo do diabo e conta a historia da tour do merda no nordeste, infelizmente ai ficou de fora né, pq já esta escrito! =/ Tenho a idéia de escrever outro chamado esdruxulamente falando, do qual já tenho uma noção de como vai ser e alguns textos, mas não consigo encontrar tempo pra me dedicar a isso de verdade mesmo, mas um dia sai.

 

RL – Falando em Läjä, há quanto tempo existe e como funciona o selo?
Quem trabalha nele etc.?

 

MOZINE – Eu trabalho sozinho cercado por uma rede de amigos que fazem freela pra mim, seja na parte de criação, distribuição, vendas diretas, idéias, conselhos, os quais eu chamo carinhosamente de escravos da minha senzala.  O selo tem mais de 10 anos eu acho e funciona assim, tudo doido mesmo.

 

 

RL – Nessas turnês pela Europa,
América do Sul, Japão, qual foi à coisa mais louca que você viu? Do tipo que
você pensou: “Porra, ai já é demais pra mim!”

 

MOZINE – A gente vê coisa doida demais.  No Chile ficamos numa micro cidade do interior numa casinha mega humilde do irmão do cara que levou a gente pra tocar, que por ventura, o cara mesmo não estava na cidade e ficamos na casa dum cara velho, que colhia feijão, acordamos e vimos aquelas tias doida catando feijão aos pés das Coordilheiras dos Andes, foi engraçado, no Japão comi carne de cavalo crua, sei lá, muita doidera, mas eu gostei de comer carne de cavalo.

 

RL – Como você vê a cena
independente nos últimos anos? Acha que está mais coletiva, mais organizada, ou
continua a mesma de dez anos atrás?

 

Acho que continua a mesma coisa, o que muda é a tecnologia em si, a informação,  mas união em si, sonho, antigamente existia mais, hoje existe mais infroestrutura, celular, casa de show, marshal, etc.

 

RL – A Popfuzz e a Laja lançaram a promoção “Dia de Merda”, na qual o
ganhador irá passar um agradável dia na praia com vocês. Quem você gostaria que

ganhasse? Uma mulher, um cara muito fã ou o Henkeo? E Por quê?

 

MOZINE – O Henkeo, para a gente poder se saborear de beleza observando mais de perto a sua bela face.

 

RL – Pra fechar, é a primeira vez de vocês, pelo
menos com o Merda, em Maceió. O que os fãs maceioenses podem esperar do show
depois de tanta espera?

 

MOZINE – Espero que vocês possam se divertir ouvindo a nossa musica, porque se estamos nos disponibilizando pra ir tocar em sua cidade, vocês podem saber que não é por outro motivo que não seja para promover a nossa diversão também.